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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Aprendizado Ocultista Não Deveria Ser Grátis?




Aprendizado espiritual avançado, ocultismo, alta magia, etc não deveria ser grátis?


Num forum do Orkut, um dos membros questionou sobre o pagamento das atividades da Ordem Rosacruz AMORC, mas a questão é geral e vale para todas ordens iniciáticas, aprendizados em escolas espiritualistas, ocultistas, etc.


"Caros frateres e sorores tem uma coisa que me incomoda muito que é o fato da trimestralidade, não pelo valor, pois é bem baixo, mas sim pela aparência que da de um curso qualquer, creio que o conheçimento que é nos dado tem que estar a disposição de quem quiser encontralos de coração e com vontade. Nem todos infelizmente tem a condição de arcar com os gastos. E eu faço a seguinte pergunta:
Se um dia qualquer não conseguir mais pagar, "deixarei de ser iniciado", ou não poderei frequentar mais a loja???
Nesse mês mantive contato com a Fellowship , e me relataram bem essa parte de que nada era cobrado para sua permanecia , todas as dívidas eram arcadas com doações de membros ou simpatizantes, ate os cursos são gratuitos, o único gasto são os livros que praticamente saem a preço de custo."



Meus comentários sobre o assunto:

Na minha opinião e observação pessoal, se a pessoa não consegue se manter, também não vai conseguir se desenvolver.

Estar preocupado até com a conta de energia elétrica é mais que suficiente para desestabilizar qualquer trabalho pessoal.

Não é o valor. É o teor da coisa.

E sinceramente, quem é que consegue manter uma estrutura inteira equivalente a uma empresa, que custa bem caro, instalações, salários, etc, sem receber por isto?

Quem é que sustenta? Eu prefiro uma mensalidade ou até o dízimo abertamente oferecido do que dinheiro vindo sabe-se lá daonde, que é o caso de algumas das igrejas e religiões do mundo.

Crescimento pessoal é algo que não tem preço. É a coisa mais cara do universo. Pode ser uma moeda, pode ser um caminhão de dinheiro. Cada coisa vai ter um preço.


Outro associado questionou:
"Por que esse assunto sempre volta?
Qualquer organização decente para se manter, necessita de mensalidades/bimensalidades/trimestralidades. Por que sempre tem que alfinetar a ordem...  (AMORC)?"

Bem, vejamos:

Tem tópicos mais antigos em que isto foi bastante debatido, então sempre é bom lembrar algumas coisas.

Bem, sobre o comentário:
"...Mas conheço jovens , que ainda não trabalham e tem bastante vontade."

Ah tem vontade? A resposta é simples: Vão trabalhar para se sustentar. E ponto.

Se você é jovem e depende de seus familiares, estará sob a autoridade deles. Não tem independência, mesmo que seja uma boa mesada. Neste caso, você ainda poderá certamente efetuar aprendizados é claro, basta que todos estejam de acordo. Mas ainda assim, alguém estará provendo os recursos.

Eu não aguento aquele velho papo de que a espiritualidade é de grátis porque se recebe de grátis então deve-se dar de grátis o que se recebeu de grátis. Na melhor e mais compassiva hipótese, é uma explicação muito limitada. É consciência de miséria.


Foto: Geoff McClelland


Vou dar um exemplo comparativo bem simples:

Digamos que você tem vontade de deslocar-se mais rápido.
Se você quer andar mais rápido de um lugar para outro, pegue seu carro e vá até lá.
Não tem carro? Bem, então vá de táxi.
Não tem dinheiro para o táxi, ou custaria muito caro? Então vá de ônibus.
Não tem dinheiro para o ônibus? Bem, aí então:
  • Ir a pé, com isto fazer exercício, pegar sol e chuva, ter sede, etc.
  • Tentar pedir carona, e ter que contar com a sorte.
  • Esperar um dia de passe livre, se houver. Nalgumas cidades, como aqui em Porto Alegre, tem um dia por mês de "passe livre". Você espera aquele dia chegar e consegue andar de graça. Na verdade esse "grátis" é as custas dos outros que pagaram a mais para que seja possível sobrar o suficiente para compensar pelos que não pagam.

Alternativas fora de cogitação: roubar um carro ou dar uma de "espertalhão" e se pendurar nas costas de alguém para pegar carona. Seria o mesmo que pedir para alguém rezar no seu lugar ou algum sujeito pedir a outro homem para fazer um filho com sua esposa. Em ambos os casos o fruto não será seu! (risos).


Ou seja, é necessário sujeitar-se as condições. Nem a natureza dá nada de graça. No mínimo, por exemplo, para comer frutas é necessário caminhar e procurar e subir nas árvores para só então colher os frutos.

Existem estudos ocultistas interessantíssimos para seguir. Alguns custam caríssimo. Pessoalmente, gastei e trabalhei muito por cada coisa.

Houveram oportunidades pelas quais sou imensamente grato, em que recebi talvez por algum mérito, ajuda, mesmo que fosse algum tipo de troca energética.

Não é o dinheiro, é o esforço feito. Eu diria que conta mais o percentual do que o valor resultante. É preciso valorizar o que se faz.

Nem sempre podemos fazer tudo que queremos. cada viagem nacional ou internacional que fiz para aprendizados custou bastante dinheiro, além de tempo e atividades de preparação.
Mas imagine só, as vezes pessoas e empresas com projetos de vulto, pedem para que eu as leve para a Chapada Diamantina, os Andes ou algum lugar do mundo para fazer algum tipo de vivência shamânica, meditação, magia ou algo assim que ajude nas suas atividades para faturar alguns milhões com isto. Enfim, algo que vai ajudar nos seus projetos, porém, acham que eu tenho de pagar a minha viagem! Imagine isto: uma empresa me pede ajuda num negócio de milhões e querem de graça? E  pior, além de ter de pagar sou eu quem fica com toda energia negativa do processo e todo karma se houver!!! Olha, tem coisas que só rindo mesmo se não fosse deplorável. Que valor você dá pelo ensinamento e o resultado real disto na sua vida?

Mas também existem aprendizados que podem ser feitos aqui. Mas com certeza, se houver a oportunidade, esta é válida.

Outra coisa é o merecimento. Se algo tiver importância verdadeira, vamos buscar, caminhar, estudar, fazer o que for necessário para aprender. Este processo, este trabalho, faz parte do aprendizado.

Tem pessoas que desistiram de aprendizado porque pedi que pegassem uma simples folha numa árvore ou acendessem uma vela durante três dias. E tem se anunciado até como "mestras" (em quê?) Imagine se forem para o deserto do Atacama! Não estou falando de aprender a fazer um ato de circo para iludir as pessoas. Estas só iludem a si mesmo e prejudicam as pessoas que enganam. Mas é claro, aprendemos que tantos são enganados porque procuram apenas respostas fáceis e confortáveis.

Uma das coisas boas das ordens públicas mais conhecidas como as que estamos comentando, é que oferecem uma estrutura prática e ritualística para o desenvolvimento do trabalho.

Eu falei de trabalho? Sim, chamamos a isso de trabalho. E resultados apenas acontecem se você fizer também o seu trabalho.
E isso precisa de toda uma estrutura. As ordens podem ajudar com seus métodos nessa parte até que você chegue (se desejar) ao ponto de começar a trabalhar por si mesmo.

Área e ferramentas de trabalho em Goetia de Darren Scriven.
Resultado de anos de trabalho intenso.

Veja por exemplo, o caso da Magia Cerimonial dos Grimórios medievais e que são a fonte de muitos dos filmes e livros de fantasia ocidental. Grandes círculos desenhados com muitos nomes e símbolos, apetrechos estranhos, invocações de espíritos angelicais, planetários, etc. A prática é muito diferente dos filmes de fantasia, sem tanto glamour e efeitos especiais,  e requer um longo trabalho e sólido embasamento. É necessário preparar ou comprar suas próprias ferramentas, ler muitos livros, aprender pelo menos o idioma Inglês ou Alemão, e um pouco de Latim, Hebraico e Grego. E outras línguas antigas. Pesquisar e fazer muitas anotações e deduções, entender os símbolos e se conectar com todas suas fontes e energias, longas pesquisas para conseguir ingredientes raros, ter disciplina e um espaço pessoal próprio para o Grande Trabalho, dedicar-se a fundo durante meses e anos para chegar aos primeiros resultados consistentes.
Isso tudo custa muito. Custa tempo, dedicação, empenho e principalmente, respeito por todos espíritos que estarão trabalhando com você. E os resultados são imesos e valiosos, mas primeiro de tudo para seu desenvolvimento pessoal e espiritual.

De que adianta o sujeito querer ser padeiro se só quer ganhar o pão já pronto, de preferência com manteiga, queijo e salame, prontinho para comer. Tem que colocar a mão na massa, e até lavar os utensílios!

Para conhecer o outro lado do rio, devemos pagar o barco ou fazer uma ponte e atravessá-lo. Ou até mesmo, aprender a nadar para enfrentar a correnteza.

E não, não existe ensinamento ".net". (comentarei isto mais adiante).


Lembre que o primeiro questionamento sempre será sobre nós mesmos. É isto que nos move. Ao questionar-se, somos confrontados com nossas capacidades, nossas falhas. Podemos nos acomodar ou nos aborrecer com o que encontrarmos. Se nos aborrecemos, vamos querer mudar. A mudança começa numa insatisfação.

Quem está acomodado, satisfeito, não tem porque sair daonde está. Pode ser um atoleiro fétido, pode ser um belíssimo apartamento de cobertura com piscina e muitos empregados, que tornou-se uma verdadeira gaiola dourada. Uma prisão que começa na própria acomodação.

Conheci pessoas com longa caminhada espiritual. De início, o que fazem, é sem medir esforço ou gastos (incluindo muitas doações recebidas). Se desenvolvem até o ponto em que se limitam pela própria consciência de pobreza. O corpo sai da pobreza mas a pobreza não saiu do corpo e da alma. Orgulham-se de ser pobres. Ficam parados num ponto que parece confortável, mas estagnados e com o tempo, tal qual uma poça ao lado de um rio, tornam-se um charco de lama e secam.

Para quem mora numa bela moradia, pode parecer pouco, mas para estas pessoas, é muito. Agarram-se a pobreza tanto quanto agarram-se a riqueza, ambos mundos ilusórios. Maya. O foco torna-se limitado.

Você percebe porque falo primeiro de percentual ao invés de valor? Mas também, tem coisas em que o valor vai pesar, quando for algo necessário.

Se a prática do ensinamento não requer maiores despesas, pode-se viabilizar de várias formas bem acessíveis. Mas lembre, que antes de tudo tem que ser considerado qual o nível do ensinamento, o comprometimento necessário e a superação das várias provas e obstáculos que fazem parte da caminhada.

Você falou de um pai de família que mal consegue sustentar a própria casa. Ele certamente precisa organizar sua vida pessoal primeiro, dar conforto e educação para seus filhos. Se a pessoa tem essa responsabilidade (e compromisso) será uma temeridade arriscar a segurança dos seus para aventurar-se em estudos que vão tomar boa parte do seu tempo e atenção.

Mas em hipótese alguma, veja bem, em hipótese alguma isto é de alguma forma semelhante a situação de um mendigo!!! Um mendigo, de forma geral, é um doente espiritual, na mais profunda degradação que um ser humano pode estar. O mendigo precisa de tratamento espiritual antes de tudo. E geralmente estão tomados por todo tipo de energias destrutivas e até espíritos obsessores.

Mas é como tratar de um viciado: a pessoa tem que querer mudar. De nada adianta, repito, de nada adianta tentar passar ensinamentos maiores para alguém nesta situação. Sejam mendigos ou milionários, tudo o que enxergam são as trevas.

Sobre cobrarem mensalidades para manter uma "vaidade", vou discordar também. Algumas coisas podem não ser do seu interesse, ou podemos estar em desacordo. Mas já falei sobre custos de manutenção.

Citando a AMORC em Curitiba, boas instalações permitem uma série de atividades ótimas. É muito bom ter um espaço reservado ao ar livre dedicado para um determinado fim. Claro que podemos utilizar qualquer outro parque ou praça, mas aí, além de ter que disputar espaço e tentativas de silêncio com os demais frequentadores e pode ser que a energia local não seja favorável. Imagine fazer uma determinada prática com uma turma fazendo uma churrascada ao lado...
Eventualmente pode-se ter alguma discordância e que deve ser categorizada. Acho sensacional o trabalho da AMORC, mas só coloco novamente os pés no museu da Amorc, ou em qualquer outro museu egípcio do mundo, no dia que devolverem as múmias para seu legítimo lugar, para suas "casas". Por favor, devolvam as múmias ao seu lar. Opinião pessoal exclusivamente minha e não tem absolutamente nada a ver com os estudos da ordem que repito, são ótimos e frequentemente indico aos buscadores que desejem um aprendizado efetivo e muito bem organizado.


The Shaman at the Lama temple, Beijing
Foto: Joe Hastings


A Fellowship, da Amorc, é um ótimo canal. E talvez satisfaça todas suas necessidades doravante. Será muito bom isto.
Mas observe que, como você mesmo diz, reunem-se em locais próprios, enviam materiais, etc e NADA é cobrada. Pergunto: "Nada"??? Bem, primeiro você vai pagar com seu tempo e sua dedicação. Espera-se do aluno uma determinada evolução que o conduza a outros patamares.

Mas se "nada" é cobrado, e sabemos que as coisas tem seus custos, QUEM paga por isto? Quase certamente, quem paga por isto, é a própria ordem, utilizando justamente parte daqueles recursos das mensalidades pagas pelas demais pessoas que podem pagar. A companhia de eletricidade, nem a de águas, fazem doações. As construtoras não nos fornecem prédios. Os funcionários que trabalham para manter as estruturas funcionando, inclusive preparando e encaminhando material pelo correio, dependem de seus salários para sustentar suas famílias. E os que fazem algum tipo de trabalho voluntário, assim o fazem porque outra atividade lhes fornece uma quantia adicional que pode ser gasta desta forma.

Trabalho com comunidades a muito tempo. Caridade, nós fazemos para quem realmente precisa, e não para quem simplesmente não quer pagar. E a avaliação é nossa. Observamos quem é e do que se trata. Saúde, emprego, são coisas básicas.Agora, se for bobagem, é claro que é algo a ser pago.
Caridade é ajudar os outros nas coisas básicas, alimentação e saúde principalmente. Com certeza isto não inclui coisas como assessoria empresarial, satisfação de prazeres e muito menos, estudos de alta magia.

O aprendizado místico, esotérico, religioso, começa nos alicerces.

Estudar as energias elevadas é coisa para quem pode e não para quem quer simplesmente por capricho ou vaidade.

Por isto fiz o exemplo do carro anteriormente. Aprofundar-se em certos estudos, é como ter um carro importado. Custa caríssimo. Tem muitas coisas em que a lista de materiais. o tempo de preparo e a quantidade de pessoas envolvidas que tenham a devida preparação é bastante grande.

E se, como você disse, vier acontecer uma desgraça na minha vida, eu certamente vou suspender todos trabalhos para colocar a vida em ordem primeiro. É muito fácil estar "desapegado de tudo" quando tem  outros nos sustentando. Mas aí, perde-se a condição do aprendizado verdadeiro. Gurdjeff ao seu tempo, só aceitava como alunos pessoas que pudessem sustentar em boas condições, toda família, dez, doze pessoas com muito conforto. E não pelo dinheiro, mas pelo trabalho. Gurdjeff fez do trabalho um maravilhoso meio de aprendizado, tanto que a cozinha era uma parte muito destacada. Lamento meus caros, mas lavar a louça, arrumar a casa, etc, são atividades de aprendizado SIM.


Shaman Siberia
Foto: Marilyn_Walker
Mas caso algum dia você ou qualquer outro, cheguem ao ponto de precisar um lugar isolado nas montanhas para meditar e trabalhar com as energias de formas que são possíveis apenas em locais assim, então vai descobrir quanto custa uma passagem de ida e volta, os mantimentos, e manter a estrutura da tua casa funcionando para ter um lugar para voltar, sem encontrar a família morando debaixo da ponte. E se for por bastante tempo, tipo, morar numa montanha isolada... sabe quanto custa o arrendamento de uma montanha??? Rsss....


Para você, hoje, muitas coisas podem parecer vaidade. E realmente, as vezes alguns grupos fazerm as coisas realmente por vaidade. Muita ostentação, muita alopração e pouca meditação.
Outros grupos, tem trabalhos dedicados e muito sérios.
Certos estudos precisam de recursos imensos. Tipo, poder viajar para vários países, várias vezes ao ano, podendo estar despreocupado sobre o tempo que vai durar a jornada.
E veja bem, não vale nestes casos, ser sustentado pelo "papi". O esforço é pessoal, instranferível. Valentes, bonitinhos e valorosos místicos espiritualizados que viajam por toda parte as custas do papi, tem muitos por aí.
Aprendizado não é "lábia de vendedor", nem "papinho esperto". Tem que brotar dentro de cada um. É uma semente colocada no coração e que precisa ser cuidada para se desenvolver e dar frutos verdadeiros.



Sobre o conhecimento ".net", eu tive a intenção de fazer um comparativo. Com a internet, temos acesso a pessoas e informações de praticamente todo mundo.Troco idéias com pessoas de vários países. Mas quando chega a hora da prática do ensinamento, ou mesmo para receber certos ensinamentos, é necessário a presença física, a duração real. Não existe um site ou um Google que me traga respostas fáceis. Não dá para fazer um "download" de uma meditação, assim como não funciona qualquer comprimido de "experiência mística instantânea" (nenhuma droga faz isto).

E fazendo um aparte, antes que alguém fale, Castañeda estava junto com seu mestre, que o acompanhava entrando pessoalmente noutra dimensão. Isto só um grande mestre iniciado nestas artes é capaz. Nenhuma cantoria ou corda amarrada no pé vai ter o mesmo resultado. Se não for junto para assegurar o sucesso da caminhada até o outro lado e seu retorno, melhor nem arriscar pois o prejuízo e a perda de energia pode custar uma vida toda para recuperar.

Muitas vezes vi pessoas dizendo que vários dos grandes mestres, incluíndo Osho, permitiam uso de drogas como maconha, etc Afirmo que em 100% das vezes quem disse isto é drogado ou traficante. Quem tem visto os horríveis documentários que mostram viciados em crack mentindo escancaradamente para tentar penalizar as pessoas e conseguir dinheiro para o vício sabe do que estou falando. Drogas tiram o controle da mente e do corpo. Ponto. A menos que a pessoa REALMENTE seja um shamã que se prepara anos entre uma e outra experiência em condições muito especiais e controladas, o que não é o caso de 99,99999999999999% dos "interessados em shamanismo" e outras práticas espirituais.

Esta é minha opinião e vivência pessoal.

Tudo isto são coisas que fazem parte do aprendizado. O colega Moab falou bem ao dizer:
"...Caso quiseres rumar para outra escola, a escolha é sua, e ninguém tem nada a ver com isso.
Por aqui, ninguém vai te segurar no colo ou te mostrar o caminho, sejas um Estudante R+C ou não !"


A escolha é sua. A caminhada é individual.

E cada caminho terá suas oportunidades, seus ensinamentos, suas regras, seus prêmios.

Temos parceiros de jornada mas somos nós mesmos quem damos os passos e colhemos os frutos.

Podemos compartilhar em comunhão, mas ainda assim, teremos que fazer nossa senda.

Faz parte da caminhada evoluir e aprender, conforme nossa escolha, buscando a evolução.



Huntington Creek Cunningham falls state park
Foto: Darshan Vaishnav, Rajkot, Gujarat, India


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