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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Seja Uma Grande Empresa!

Um grande carro, não, espera...


Seja Uma Grande Empresa!

É muito fácil ser uma empresa grande. Isto é só tamanho.

Difícil, é ser uma Grande Empresa. Isto é fazer diferença.

A diferença entre conversar com líderes empresariais, diretores ou gerentes/supervisores, é que estes últimos, geralmente estão preocupados primeiro de tudo em segurar seu emprego. Segundo, em garantir seu dinheiro no final do mês. Terceiro, em ter uma boa aparência social.

 
Mas só os líderes, os que verdadeiramente estão no comando, se preocupam para onde vão.

Os outros apenas tentam garantir seu osso magro ao final do mês. Não tem outra expectativa além da própria sobrevivência. Infelizmente uns quantos, sem escrúpulos, apenas fazem isso. 


Para ser uma Grande Empresa, o verdadeiro líder empresarial vai buscar  o melhor, o extraordinário.
E não apenas palavrinhas baratas de um jornal qualquer, concordando com tudo, mas sim questionando, estimulando, incentivando para que saiam do lugar comum.

Porque os verdadeiros líderes, tem a coragem de enfrentarem até a si mesmos.

Não se ajuda uma empresa com métodos e planilhas milagrosas se o produto for ruim, os funcionários não conseguirem ser autênticos naquilo que fazem ou se tornarem apenas meras peças num joguete administrativo.

Empresas são organismos sociais, portanto, vivos. Pode-se aprender muito sobre administração, pesquisa, estratégias, etc. simplesmente indo para a natureza. Mas não aquela natureza esterilizada dos resorts e centros de turismo ecológico que mais parecem uma feira hippie organizada.
Deve-se buscar sempre que possível, o contato com a natureza bruta, que pode estar mais perto do que você pensa.


É fácil ser uma empresa grande.Difícil, é ser uma Grande Empresa.

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21/07/2014

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Empresas, escutem seus clientes

Sobre a relação empresa X consumidor publicado na Exame: Como Brastemp, Renault, Arezzo e Twix reverteram a crise nas redes sociais

A matéria fala sobre consumidores insatisfeitos que recorreram as redes sociais indo até vias extremas para conseguir ser ouvidos e ter solução para seus problemas.


As pontes que unem os mundos não tem paredes.
É hora de olhar para os lados.
Foto: Amber Dawn Davi
Meu comentário:

Falo com frequência que s empresas são organismos vivos sociais. Estes eventos ocorrem dentro e fora da empresa. Lembrem do público interno!!!

As vezes, nalgum artigo no meu blog falo sobre consciência e que isto se relaciona a gestão, procuro chamar a atenção justamente para que se perceba mais do que a si mesmo, mais que um ponto de vista, olhar o mundo de forma maior e diversificada.

Em reações como as citadas, em que a primeira atitude parece de (até de) fuga, é porque muitos ainda não perceberam que a internet é uma gigantesca memória.

Veja também o artigo: Redes Sociais e a Memória da Internet.



O que antes era esquecido logo, agora fica disponível na internet indefinidamente. É necessário o trabalho pessoal, meditativo, o estar presente de forma real e não apenas como jargão publicitário.

Atitudes concretas ganham disparado de discurso em qualquer área.

Atitudes restritivas, como censurar um comentário meu, objetivo e não ofensivo foi maneira de diminuir a credibilidade sobre a empresa noutro artigo devido a incoerência das informações prestadas pela mesma.

São inúmeras situações em que podemos ampliar nossos horizontes, que acabam sendo mal exploradas quando se limitam a repetir pensamentos feudais e deixam de abrir as janelas para um mundo novo e melhor.



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Leia também:
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Chegar ao "todos nós". O marketing e o ciberespaço.

Meu comentário publicado para matéria na Revista Amanhã: "Perdidas no ciberespaço - A era digital ainda é um enigma para o marketing das empresas. Saiba o que está mudando na relação com o consumidor - e por quê."

Uma das coisas que certamente está mudando, e ainda sofrerá muitas mutações é justamente o conceito que separa o público da empresa, como sendo entidades separadas.

Olhar o mercado, e as pessoas, com a uma certa visão estilizada ou "marketeira" do tipo, colocar anúncio para atingir esta ou aquela meta, ou usar de observadores colocados em pontos considerados "de interesse", assim como o clipping de informações, deverá mudar.

Os serviços de SAC que podem ser considerados até relativamente recentes na história, surgiram da simples constatação de que as pessoas querem e merecem ser ouvidas.

Quem ainda está em larga vantagem no quesito interação com o público, é a antiquissima figura do feirante, em qualquer lugar do mundo, que interage em meio à multidão, cara a cara com as pessoas que passam, ouvindo e interagindo com todo ambiente ao redor.

A hilária figura de, Ordenalfabetix, o vendedor de peixes da aldeia gaulesa das estórias do personagem Astérix, é um bom exemplo. Ele está na porta de casa, conversando com as pessoas, vendo tudo que se passa e vice versa. As famosas brigas entre os habitantes da aldeia, são mais significativas e imediatas do que muitas das difíceis interações das corporações atuais em relação ao público.

Pode-se dizer que boa parte da população "conectada" usa precariamente a internet, geralmente para mensagens pessoais e visitar sites sobre empresas e assuntos geograficamente próximos, ou restritos a interesses pessoais, não raro, conhecidos anteriormente. Ainda falta ampliar a comunicação global, a interação e compartilhamento de informações de forma a que ambos os lados deixem cada vez mais, justamente de serem "lados separados de uma mesma questão".

A figura do "nós aqui" versus "eles nalgum lugar" deverá mudar para "nós todos". De alguma forma. Isto passa por uma evolução de consciência das pessoas em posições de comando, para que possam efetivamente ser consideradas como sendo "lideranças". E isto ocorre dos dois lados. Lideranças existem tanto no lado empresarial, quanto do lado do público, seja pelos líderes comunitários, seja pelos formadores de opinião.

A mudança abrange valores tradicionais, econômicos, sociais, familiares.

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Marketing Estratégico ou Excessivo?

Foto: Rétrofuturs (Hulk4598) / Stéphane Massa-Bidal


Meu comentário publicado na Revista Amanhã: Marketing estratégico existe?

A matéria do André D'Angelo, sobre "...Por que essa necessidade de dizer-se "estratégico" perpassa todas as atividades organizacionais..." é muito boa e apresenta de forma estratégica importantes aspectos decisivos e importantes.

Como se usa a palavra "estratégico"!.

Tomadas de decisões estratégicas devem ser claramente identificadas sob o risco de hiper ou sub-valorização tanto de quesitos, quanto da expectativa de resultados.

Claro que é importante o planejamento estratégico, tanto quanto a ação baseada em linhas estratégicas, mas que não devem descuidar de áreas menos estratégicas, que nem por isto, são menos importantes.

E também, é claro que existe, demais até, o mau uso da palavra. Neste caso, a palavra estratégica ao invés de valorizar ou passar uma idéia construtiva e útil, apenas demonstra limitação ou até falta de conhecimento da questão, abordada.

E claro, todos que sabem do que se trata, sabem que é estratégico evitar envolver-se nalgo sem conhecimento correspondente ou a falta de uma visão mais estratégica e abrangente.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Ainda sobre a DM9 e o WWF

O problema pela infeliz divulgação de uma peça de mau gosto, segue, e o Sérgio Valente, presidente da DM9 declarou que a mesma foi feita por pessoal "junior":

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/blogs/4p/listar1.shtml

Com certeza muitos vão achar que isto é tirar o corpo fora. Acho que não. Todo dia vejo responsabilidades serem transferidas para novatos, sujeito portanto, a que algo assim ocorra.


Meu comentário lá na matéria: 

 
Acho bem plausível sim, que o Sérgio Valente, presidente da DM9, esteja sendo claro sobre um problema que é crescente em diversas áreas: a transferência excessiva de deveres, responsabilidades e também de oportunidades, para o que se generalizou chamar de "jovens talentos".

Sou da área de TI, temos o mesmo problema. E observo isto nas mais diversas atividades.

A toda hora surge mais uma matéria numa destas revistas de carreira, até nos tele-jornais da TV, reclamando que existem "milhares de vagas" porque faltam "jovens talentos".

O que procuram, são jovens extremamente brilhantes, que tenham a bagagem de conhecimento de um profissional veterano com no mínimo 10 a 15 anos, e claro, sem as preocupações que um adulto tem, como sustentar família, seus estudos, vida pessoal.

Tenho comentado sobre este problema e repito: o estoque de super-gêniozinhos, que fazem o trabalho do Einstein, e de quebra, ainda podem estar sendo sustentados pela família e não vão reclamar do salário baixo, é realmente limitado. Apenas uma pessoa entre centenas é um talento. E só um talento entre centenas, é um grande talento.

A DM9 revelou apenas o que acontece nas mais diversas empresas. É só olhar como são as equipes de muitas empresas e procurar aonde estão os profissionais com mais experiência.

Vocês confiariam a saúde de sua família inteiramente a uma clínica que só tenha estagiários, de muito talento é claro (rsss)???

Talento, capacidade criativa, inovação, engenhosidade, não são coisas só de novatos. Pelo contrário. a nova geração tem se mostrado mais comportada, mais tradicional, mais apegada a valores puramente materiais.

O pouco que sobra para renovação de idéias e atitudes, fica mais por conta de um pouco de hormônios, ou pela sorte em conseguir encontrar algo para copiar na internet. Criatividade mesmo, falta bastante. De nada adianta fazer um curso qualquer, numa faculdadezinha qualquer, e saber a decoreba de muitas siglas e nomes de ferramentas. Pode-se decorar o nome e composição química de todas as tintas, mas nada disto vai fazer da pessoa um pintor no mínimo, razoável.

E falta experiência de vida e consciência social de que não somos seres isolados. O direito de um começa quando este reconhece que os demais também tem direitos.

Picasso comentou certa vez, alegremente, que quando era criança, já pintava como um grande mestre. Mas foi só quando envelheceu que finalmente conseguiu aprender a pintar como um menino.

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

DM9 dá uma escorregada, mas logo passa


"Vazou" um trabalho da DM9, com aviões sobre Nova York, o que com certeza incomodou o pessoal do Onze de Setembro. Quer dizer, publicaram mesmo e depois disseram que foi por engano.

Link para a matéria:
http://portalexame.abril.com.br/blogs/4p/20090902_listar_dia.shtml?permalink=193324


Meu comentário:

Um trabalho tecnicamente bem feito. Claro que não deveria ter vindo a público, pois as demais pessoas do mundo, nem sempre ficariam muito contentes em descobrir como alguns pensam.

Sobre o tema, bem, típico alarde ecochato da pregação da verdade única batendo com o livro na cabeça dos outros para conversão na marra.

Só esquecendo, ao meu ver, que naquela situação, conta menos a quantidade do que a causa (ação da natureza Versus ação de um).

De resto, a DM9 e uma ótima agência, e uns deslizes acontecem, mesmo que machucando uma perna para aprender a usar o calçado correto, quando necessário ;)


Vide também: Ainda sobre a DM9 e o WWF

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Propaganda da Guaraná Antártida ofende Lans ou quem quiser sentir-se ofendido?

Uma propaganda da guaraná Antártida, minha preferida, teria ofendido alguns donos de Lan-houses.

http://info.abril.com.br/noticias/internet/guarana-se-desculpa-por-ofender-donos-de-lan-19082009-10.shl

Meu comentário:

A "Associação dos Usuários de Camisa Xadrez" também estão para entrar com uma ação multimilionária.
Constatou-se que as propagandas estariam criando situações em que as pessoas vão associar o uso de camisa xadrez com situações de risco invasivo ou de serem vítimas de vouyers especializados em capturar imagens usando uma secreta técnica que transforma o monitor do computador em câmera oculta.

Posteriormente estas imagens seriam indevidamente usadas em games online em que a moeda corrente seria o sacrifício de almas humanas viciadas em imagens inseridas de forma subliminar nos intervalos de frequencia associadas a um determinado número primo, muito conhecido pelos ocultistas estudiosos das secretas tradições herméticas.

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