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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Chuvas de Meteoros

Cena do vídeo: Temporal Distortion
Autor: Randy Halverson



Meteoros são como sementes vindos do espaço.

Apreciar a chegada deles é sempre um belo espetáculo com seus rastro de luz pelo céu.

No site da nasa tem uma área com imagens e câmeras de monitoramento de meteoros, cometas, etc: Watchtheskies




Algumas das principais chuvas de meteoros previstas para 2012



Periodicamente nosso planeta passa por áreas do espaço em que ocorrem chuvas de meteoro que podem ser observadas por várias horas.


Cosmic Fireworks
Foto: Luc Perrot
Os dados abaixo são apenas um resumo.
Veja uma descrição destalhada de cada ocorrência no site:
EarthSky’s meteor shower guide for 2012

A quantidade de objetos é variável, podendo ser de 5-6 a mais de 50 meteoros por hora.
Dependendo de sua localização, mais ao sul ou norte, a observação poderá ser melhor.


22 de Abril - Lyrids

5 e 6 de Maio - Eta Aquarids

28 e 29 de Julho - Delta Aquarids

12 e 13 de Agosto - Perseids

7 de Outubro - Draconids

21 de Outubro - Orionids

4 e 5 de Novembro - South Taurids

11 e 12 de Novembro - North Taurids

16 e 17 de Novembro - Leonids

13 e 14 de Dezembro - Geminids


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domingo, 22 de abril de 2012

Sem Excessos, Água é Energia de Vida.

Don Martin plays flute at the water in thanks.
Foto: Northern Edge Algonquin

22/04/2012


A respeito da matéria publicada na Revista Exame: Coca-Cola se defende em caso de morte na Nova Zelândia:
"Mulher ingeria até dez litros do refrigerante por dia e sofreu ataque cardíaco; ...até água, ingerida em excesso, pode ser 'dramaticamente sintomática', disse a marca."

Meu Comentário:

Certamente. Até água em excesso pode matar.

É o tipo de processo judiciário sem sentido que mais atrapalha do que ajuda.

Citando vivências pessoais, que costumo relatar aqui no blog,  muitas vezes pratiquei uma técnica de purificação e energização pessoal em que se bebe muita água durante um certo período, geralmente duas a três semanas.

É uma técnica para desintoxicação, cura natural e para elevar a energia pessoal que aprendi durante os anos em que fui aos Andes, com Ramon, um shamã mexicano.

Pode-se chegar facilmente a dez litros ou mais. Já cheguei por vezes a 15 litros.

Mas é algo muito controlado, é necessário disciplina combinada com cuidado especiais na alimentação, aliado a pratica de yoga e meditação.

Deve-se observar os limites do corpo. 

Muita água pode causar isquemia e até um derrame (AVC) pois mexe e muito com seu corpo, sua mente e seu espírito.

Veja bem, estou falando de água pura. Se fosse suco de frutas já poderia causar algum problema por intoxicação. É fácil entender o que ocorreu com esta pessoa que consumia até dez litros de refrigerante por dia.

Então, sempre é bom lembrar: tudo pode fazer bem. Mas usado de forma adequada.

Não invente coisas nem espere que os outros sejam culpados pelos seus excessos ou omissões.

Deser Water Tanks
Foto: Old Man Travels


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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Amor: Aviso! - Love: Warning!

Foto: Irinia G.

Say to a friend:
Be carefull. Love is contagious!

Avise um amigo:
Cuidado. Amor é contagioso!


Sw. Prabuddha
Buddhazine - Março/2001


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sábado, 14 de abril de 2012

Comer Carne e Consciência: Entrevista com o Monge Genshô

Sem extremismos a vida é mais fácil.

Encontrei esta entrevista com o Monge Genshô, que aborda de maneira simples a opção de cada um sobre coisas da vida, buscando consciência naquilo que faz.

A entrevista original está no blog Vegetarianismo e Ética: Entrevista com o Monge Genshô

Abaixo a íntegra do texto:









Entrevista com o Monge Genshô

O senhor come carne? Os monges devem ser vegetarianos?
Sou vegetariano. Nos mosteiros a tradição budista é vegetariana. Mas a abordagem não é tão simples. O foco do budismo é o sofrimento, devemos tentar diminuir o sofrimento que causamos ao viver. Mas quando um monge é convidado a uma casa come o que lhe oferecem sem nada dizer. Quando mendiga e recebe comida também. Manter uma mente discriminativa e orgulhosa, achando-se superior por não comer carne é visto como uma atitude não compassiva. Na verdade eu ainda não consigo comer carne sem pensar, isto é uma falha minha e espero um dia ter atingido o ponto do mestre zen que mendigando recebeu comida de um portador de hanseníase (lepra), o polegar apodrecido do homem caiu em sua tigela, ele comeu sem pestanejar… Este era realmente um grande mestre zen.
De vez em quando, ouço que os monges budistas não comem peixe. O que me diz sobre este assunto?
Bobagem. Os monges não comem carne de nenhuma espécie dentro dos mosteiros. Nos mosteiros, não se matam animais para comer. Os monges não devem aceitar que se mate um animal especialmente para eles. Mas devem aceitar, sem protestar ou manifestar preferência, qualquer coisa que lhes seja oferecida pronta, inclusive qualquer tipo de carne.
Como se sente aquele que é vegetariano e budista em relação a uma criança passando fome?
A pergunta tem sentido, mas precisamos aprofundar.
Podemos perceber que qualquer ampliação do eu em direção ao mais abrangente é um ganho de consciência. A prática é a ampliação, não importa onde começa: importa seu processo de expansão, porque uma vez iniciado abrangerá cada criança faminta e ser sofredor sem distinção.
Se alguém sente compaixão, ela será em todos os casos uma ampliação. Para alguns, a compaixão
vai somente até os limites de seu próprio corpo. Para outros, abrange o seu próximo. Para a maioria, restringe-se àquilo que se vê; se não estiver vendo não se condói. Para outros, até os limites das fronteiras de seu país, de sua raça. É etnocêntrica e cessa com os diferentes; é fácil ver tais limites em ação nas guerras tribais e religiosas.
É muito difícil conhecer alguém que vê toda a humanidade como objeto de seus sentimentos. Para quase todos, a compaixão tem os limites da espécie humana, e não lhe dói um cavalo escravizado e o chicote que zumbe à frente da carroça. Tampouco os matadouros em que as ‘Auchwitz’ de animais funcionam. Para quem o planeta e suas pedras torturadas doem? E a finitude das estrelas entristece?
A dor por alguém de nossa espécie não desqualifica a compaixão por um animal, apenas demonstra até onde vai o limite da consciência. Quantos são incapazes de matar, mas permitem ou pagam para que outrem o faça? São mandantes e não se creem cruéis porque não agiram por suas mãos, apenas outorgaram procuração.
Quantos dizem não gostar de política, e deixam de influir nos destinos de seu povo deixando que outros decidam tudo por eles? Deixam que os outros decidam, até mesmo, os destinos das crianças de quem se apiedam, mas evitam olhar.
Assim, repita-se: qualquer ampliação do eu em direção ao mais abrangente é um ganho de consciência. Por esta razão, o voto do bodisatva fala em todos os seres sencientes como objeto da prática. Falharemos nesta incorporação inevitavelmente.
Mas ao fim, como ocorre com alguns monges que conheço, nenhum país, nem pessoa , nem comunidade, estará fora de seu objetivo. Essas pessoas percorrem o mundo em um permanente esforço de ampliação da compreensão para libertar todos os seres do sofrimento, por todos os meios possíveis, sacrificando, até o limite, seus próprios corpos. Isso porque sua compaixão quer abranger tudo que puder tocar.
Aí não há mais distinções estreitas para a mente iluminada, homem, criança, animal, ou rios e pedras.
Mas ao fim e ao cabo, a compreensão final mostrará a ilusão que mesmo o sofrimento carrega. É ilusão, mas dói naqueles que nela estão mergulhados. Por isso, os bodisatvas permanecem no mundo tentando acordar os seres até que este tempo cósmico se esgote. Eles sabem que o bem e o mal não existem, nem o certo nem o errado, nem a dor. Mas, para quem a sente, ela é angustiante e é uma alegria libertar qualquer ser de seu grilhão.
Já li várias vezes que não é recomendável uma dieta alimentar baseada em carnes, visto que algum ser vivo foi sacrificado para saciar nossa fome. Eu não como carne, mas fico pensando: será que nos alimentarmos com vegetais também não é uma forma discutível, já que as plantas também são formas devida? Se isso se confirma, praticamente não sobra nada. Como isso pode ser? Há como escapar desse ciclo?
Pergunta muito frequente. Resumindo:
1) O budismo não é em si vegetariano;
2) Em geral, a prática recomenda diminuir o sofrimento que causamos, já que é impossível viver sem causar sofrimento;
3) Nos mosteiros zen, a prática é uma comida sem matar animais de nenhum tipo. Em decorrência disso, muitos budistas são vegetarianos. Mas isso é prática pessoal, que cada um pode adotar se estiver inclinado a tanto;
4) Se um monge zen recebe carne para comer, ele nada diz e come. Se alguém diz que vai matar um animal para servi-lo, ele pede que não o faça;
5) Achar-se superior por não comer carne é visto como um erro de orgulho, falar sobre isso é discriminar.
O vegetarianismo de alguns budistas não é radicalismo? Afinal, quando comemos alfaces não as matamos?
É verdadeiro que a vida vive da vida. É impossível viver sem causar sofrimento. Como você deve ter notado no texto que citou do Lama Padma Santem, ele diz “budistas comem de tudo, mas no centro temos uma dieta vegetariana”. Eu o conheço muito bem e já comemos lado a lado muitas vezes. A idéia não é radical, é de que podemos diminuir o sofrimento já que estamos sempre causando o mesmo. Pelo menos no meu caso, não digo o que é certo ou errado. No zen não se pode fazer esta distinção.
Os que comem carne estão certos; os que não comem por compaixão aos seres que têm sistema nervoso(diferentes de alfaces) estão apenas sentindo a dor dos outros seres, tentando diminuir o sofrimento inevitável que viver causa. Estão, à sua maneira, certos também.
É apenas sua condição cármica que os faz sentir assim. Outros nada sentem quando caçam, por exemplo. Trata-se de sua condição mental. Por essa razão, você verá tantas atitudes como as do Lama, ou as dos mestres zen que aceitam comer carne quando lhes oferecem, mas que, em suas casas, praticam um vegetarianismo sem exibições.
Quanto ao fato de se verem os ocidentais como praticantes mais zelosos, os mestres orientais têm observado, pelo menos no zen, que um dia se virá do oriente para aprender no ocidente um budismo revitalizado. Trata-se da degenerescência natural que as escolas sofrem e da qual o próprio Buda falou.
Sim, todas as práticas têm a ver com religião, são os métodos de que ela se utiliza. Espero que você compreenda que não se trata de radicalismo.
Existe diferença entre matar um animal para comer, ou colher uma alface?
Procure mudar o foco para o sofrimento e não apenas para a palavra matar, que tem um significado mais simples. Quando você corta cabelos, ácaros podem se alimentar deles, bactérias idem. Você sofre quando seus cabelos cortados são consumidos? Não, porque não possuem um sistema nervoso como outras partes do corpo. Seria muito diferente se lhe cortassem um dedo para ser consumido. Assim, existe diferença entre uma folha de alface e um ganso de foie gras, torturado para produzir uma iguaria. Assim, considerando a dor que seus atos causam, você pode ver melhor as marcas cármicas que eles produzem.

No Dharma

Genshô



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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Música para Meditação - Corpos Básicos

Meditar é estar em contato com nossa natureza interior e todo universo.
Foto: Healing Hotels of the World


Meditação é algo que se pode praticar em qualquer lugar.

Em casa, no escritório, num intervalo, durante um passeio, etc.

Na minha página do Myspace, tem alguns trabalhos que faço, incluindo música para relaxamento e meditação.

Corpos Básicos, é uma música para rápido relaxamento e meditação passiva.

É adequada também para os momentos de preparação de rituais ou de atividades criativas.


Com pouco mais de oito minutos, ela tem quatro partes, objetivando um alinhamento de quatro corpos básicos do ser humano:

  • Corpo Físico
  • Corpo Emocional
  • Corpo Mental
  • Corpo Espiritual

Acesse: Meditação: Corpos Básicos

Sente-se confortavelmente, coloque as mãos sobre as pernas, respire e feche os olhos.
Se estiver deitado, os braços ficam pousados ao lado do corpo.



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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Trilhas de Árvores e Ambiente Mais Sadio

Foto: Robert Crum

Meu comentário na Revista Amanhã: A escassez é de água ou de planejamento?

Meu Comentário:

Açudes são boa idéia principalmente se chover.

Melhor com algumas árvores para evitar a erosão e TAMBÉM para bloquear o vento.

Simples fileiras de árvores na beira das estradas, ajudariam e muito.

Não precisa de nenhum patrocínio do governo. Basta ter um pingo de boa vontade dos pequenos aos grandes.

Faixas de mata no meio de imensos campos torrados pelo sol ajudaria muito todo o sistema natural.

Não precisa discurso de eco-chato.

Aquelas lindas estradas arborizadas no interior da Europa não são para bonito.

É só usar o CÉREBRO, uma coisa que tem dentro da cabeça, geralmente ignorada pois ficam esperando que o governo faça tudo.

Não precisa de projeto megalomaníaco.

É só pegar mudas e sementes diversificadas, de preferência de espécies nativas da região e plantar.

Uma coisa muito simples é ir plantando as sementes das frutas. Aliás, de qualquer árvore. E se tiver mudas, melhor.

Não precisa esperar. Saiu pelo campo? Leve frutas para comer de lanche e plante as sementes!

Ou guarde sementes diversificadas e vá plantando perto de riachos e fontes de água e nas beiradas das estradas que são locais que geralmente não são usados para agricultura e vão fazer MUITA diferença logo mais.

Saiu para viajar? Que tal ter sempre um saquinho de sementes e parar por alguns minutos na beira da estrada para descansar, espichar as pernas, apreciar a paisagem e plantar algumas árvores ali mesmo?

É fácil e mais rápido que muitos projetos que tomam anos e anos.

Se eu tiver que explicar mais fica chato.

Vai valorizar e proteger as terras e melhorar MUITO a qualidade do ambiente.


Editao: Aproveito a sugestão do amigo Ricardo Tolomelli, para indicar um vídeo, uma bela alegoria, sobre um homem que sózinho, reflorestou um deserto:

"Esta animação delicada e única, vencedora do OSCAR® de filme curto de animação, é um tributo ao trabalho árduo e à paciência.
Conta a história de um homem bom e simples, um pastor que, em total sintonia com a natureza, faz crescer uma floresta onde antes era uma região árida e inóspita. As sementes por ele plantadas representam a esperança de que podemos deixar pra trás um mundo mais belo e promissor do que aquele que herdamos." 




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Além de embelezar e alegrar o coração, protegem a propriedade.
.Foto: Lars Van de Goor

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