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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Astrologia funciona?

Imagem: Antiquus-Astrology.com
Que excelente questão.
Durante anos eu achei astrologia a coisa mais confusa do mundo. Nada fechava com nada.
Acontece que eu aprendo praticando em mim mesmo. Então, tomei o caminho que achei mais correto: pedi para alguém da área calcular para mim. O resultado foi muito estranho. Sómente alguns anos depois descobri que o mapa foi calculado errado.
Esqueci de buscar uma segunda opinião para saber mais. 
E aprendi algo importante: este é um motivo pelo qual digo sempre que as coisas devem tocar teu coração. Não adianta alguém me encher de explicações para me "convencer" de algo. Tem de ser claro e imediato.
Bom, finalmente, um amigo que é profissional da área, me olhou, fez uma descrição astrológica minha sem ter feito qualquer cáculo, apenas pelos traços físicos. Depois pegou meus dados, e de cabeça já tinha uma idéia do mapa. O que ele falou, foi confirmado depois pelo cálculo das casas celestes. 

Desde aquele dia, como por encanto, tudo passou a fazer sentido.
Sabe, é que sou muito menos do que um mero curioso pela astrologia. Estudo quase nada e pratico menos ainda.
Mas praticamente, é só por causa do tarot e suas correspondências e também, por causa da energia dos planetas que me interessam na magia ritual, e claro, também por causa da numerologia.
Mas vejo na astrologia uma interessante relação direta com a numerologia, tema que me agrada mais.
Aparentemente, ao nascer, a pessoa traz consigo, um esquema geral do universo, no momento de seu nascimento.
Isto é válido na astrologia e na numerologia.
Para exemplificar, imagine um vaso de barro confeccionado usando-se um molde. Ao ser derramado dentro do molde vazio, o barro mole recebe todas as marcas e contornos do molde. Cada detalhe e aspecto será refletido no novo objeto criado.
Da mesma maneira, ao nascer, ser humano "entra" nesta dimensão em que o tempo nos governa. Note que acredito que o alma, a essência, já está encarnada no feto, desde o momento da concepção. Mas sómente ao sair do útero materno, daquele ambiente aquático, o novo ser vai separar-se da aura materna e ter seu próprio espaço pessoal.
Mesmo que a criança tenha uma ligação energética com seus pais, pois herda uma parte de suas energias vitais, ao nascer, ela constitui-se num ser individual e, é esta individualidade que recebe as características, como de um molde, presentes no seu nascimento.
Tanto é, que tenho colocado para todas pessoas, que o perfil numerológico que faço apenas pela data de nascimento, deve corresponder exatamente com a análise do mapa astrológico da pessoa. Caso isto não aconteça, significa que o mapa foi feito de forma incorreta, muitas vezes devido à erro na hora de nascimento, ou então, nos casos em que a pessoa têm mais de uma data de nascimento.
Estas características, que aparecem na pessoa, como se frutos de um molde, são reflexos da manifestação da vida, do universo.
Muito afortunadamente, Carlos Castañeda nos brindou com os ensinamentos de seu mestre Don Juan, que apresentou os conceitos do "molde do homem", e do "ponto de aglutinação da consciência", que seriam mais ou menos como o ângulo de visão que temos da vida. Uma das grandes obras a serem realizadas, é justamente de modificar conscientemente este ponto, para adentrar noutras dimensões, e ainda manter a integridade energética. Não é por nada que está cheinho de gente no hospício por aí, que acharam que o negócio seria tão simples quanto se encher de cogumelo e de mescalina para ter uma experiência mística transcedental e escapar das "garras" da percepção comum. Bom, por outro lado, eles andam exergando estrêlas e cometas a brilhar até hoje... (risos)
Voltado à astrologia. Acho importante que cada pessoa conheça pelo menos seus aspectos básicos. 
Vale a pena fazer algumas visitas à um bom astrólogo, primeiro, para começar a conhecer um pouco mais de si, segundo para dar uma acompanhada, pelo menos de vez em quando, nos "trânsitos", ou acontecimentos celestes ao longo da vida. 
E terceiro, para fazer uma revisão e aprender mais um pouco, já que cada vez, nos abrimos para um aprendizado maior.


Gilberto Strapazon (Sw. Prabuddha)

@Publicado originalmente na Arte Magicka em 23/outubro/2002


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