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terça-feira, 26 de abril de 2011

Relacionamentos na Empresa - Coisa de adultos

Referente a matéria da revista Amanhã, "E se o cupido entrar na minha empresa", de 11/janeiro/2011.

Meu Comentário:

(Muita) Responsabilidade é essencial.
A matéria aborda relacionamentos amorosos ou não, dentro das empresas e, que a maioria destes acabaria em dor de cabeça.

Concordo em parte com o artigo, sob o aspecto da necessidade de maturidade e bom senso. Mas discordo de alguns pontos. E não acho que a maioria acabe em dor de cabeça. As vezes até acaba, mas nem sempre.

Relacionamentos amorosos ou eventuais entre adultos ocorrem (é normal e saudável).

Básico é separar o profissional do pessoal.

Mas vejo as vezes a imposição de credos pessoais, (falsos) pudores e menos uma abordagem serena sobre o assunto.

Discordo sobre correr avisar o chefe. Porque ele tem que saber de tudo sobre sua vida? Aliás, muitos relacionamentos são rápidos e se tratam de algo exclusivamente a dois. Só dos dois. É bom foi bom, passou, seguem em frente numa boa. Pelo menos é o desejável.

Discordo da postura (comum em vários momentos) de que a pessoa está ali para trabalhar e pronto. Pessoas não são máquinas! Hormônios circulam pelo corpo, não dá para evitar o tempo todo.

Reprima o ser humano e terá um escravo insatisfeito e talvez, até intimamente rancoroso, menos produtivo e pouco criativo.

Mas é necessário maturidade tanto das lideranças quanto dos funcionários. E isto vale também para clientes e fornecedores. Acontecem relacionamentos em todas esferas. Se bem que, nem sempre é adequado começar a se relacionar com a secretária de um potencial novo cliente. (risos...)

A empresa é um organismo social. Se olharmos as críticas e restrições em certos lugares, em pleno século XXI, percebemos que surgiu a senzala virtual e "sinhás" e "sinhôs" se arrogam as qualidades de proprietários da vida alheia.

Funcionários devem ter consciência da sua responsabilidad e pessoal e profissional, assim como as lideranças.

E quem gosta de se meter na vida alheia, é fofoqueiro (desculpe a franqueza).

Hormônios e coração todos tem, e faz parte da vida humana lidar com as emoções.

Amadurecer nestes processos pode ser bom para todos, mas sempre lembrando: procure separar as coisas e não levar pelo lado pessoal o que seja assunto profissional.

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