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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Embalagens bonitas nem sempre confiáveis

Foto Good Millwork

A embalagem de um produto é importante. Faz parte do processo de escolha pelo consumidor e pode ser um diferencial na escolha.

Duas observações: Uma, são os famosos produtos "dublê", que tem embalagem similar ao da marca líder e vão na esteira dos demais.

Outra, é o de maquiamento de produto, que infelizmente tem se tornado comum.

Ao invés de valorizar marca e credibilidade junto ao consumidor, opta-se pelo lucro a qualquer custo e com isto, tornou-se comum reinventar pesos e medidas, claramente visando tirar vantagem as custas do consumidor. Surgiram o "litro de 900ml", o "quilo de 876 gramas", a "dúzia com 10,5 unidades", etc. E também, em alguns casos, fórmulas tem sido modificadas, agregando-se susbstâncias para compensar a redução de produto mediante um "inchamento" artificial. Embalagens tem sido manipuladas pela adoção de formatos que escondem uma redução volumétrica.

Colocam uma legenda ridícula informando que houve uma redução de 7,89% ou algo similar para escapar do atender as normas técnicas estipuladas por lei. E quem é que lê efetivamente estes números, as famosas letras pequenas ou não?

E os famosos produtos (supostamente) similares e/ou dubles, também costumam oferecer preço menor, por uma quantidade e qualidade desproporcionalmente inferior, em embalagens de tamanho e características que "parecem" similares.

Pode estar dentro da lei, mas não está de forma alguma dentro da ética nem do que se possa chamar de atitude honesta sincera.

Sabemos que a fidelidade que consumidores tem por certas marcas, tem se reduzido. Sabemos que a confiança destes mesmos consumidores, assim como a credibilidade dos fabricantes, tem se pulverizado.

A lei, a norma técnica, apresenta o que é considerado como "mínimo aceitável". Se a empresa trabalha só para se livrar fazer o mínimo, então o quer pensar de seus produtos e dirigentes?

Será isto justo e perfeito ou apenas uma justificativa fútil para subsistir com menos esforço criativo. Qualidade, produtividade, integridade, credibilidade são algumas facetas importantes a se resguardar.

É muito fácil ser uma empresa grande. Difícil é ser uma Grande Empresa.

Meu comentário para Revista Amanhã: Quando a embalagem substitui o vendedor
.'.

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