English readers and other languages: Many posts are in portuguese, you can use the Translate button at left side.

Clique nas imagens dos artigos! Elas levam você para o site do artista que a criou e muitas
vezes tem assuntos relacionados ou outras imagens para expandir seus horizontes!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A Diferença entre Nerds, Geeks, Dweebs e Idiotas



Isto é cópia postagem de outro site (vide nota ao final). Achei a uma análise simples e bem interessante. E engraçada.





Acho que observando a imagem acima fica bem claro o que é o que, mas vamos a uma rápida análise!

Nerds: São pessoas sem vida social, inteligentes e que sonham em ganhar muita grana e se casar com uma gostosa que vão se apaixonar pelo seu dinheiro!

Geeks: Um Nerd que se preocupa um pouco mais com a vida social, esses bebem cerveja e eventualmente comem mulher! Possuem vida social normal, ou quase!

Dweeb: Um parente próximo do Nerd, igualmente inteligente e sem vida social, mas sem ambição alguma, ou seja, nunca irão comer uma gostosa, já que não deverão ser ricos!

Idiotas: Aqueles que sonham em ser alguma coisa na vida, mas não são inteligentes e não possuem capacidade para criar/desenvolver/montar algo sozinho! Como não tem vida social, dificilmente arrumarão algum bom emprego por indicação! A única vantagem é que os idiotas costumam comer as gostosas, mas propriamente as gostosas dos Nerds ricos!



.'.

Nota: O site onde isto foi postado não existe mais, o link da postagem original era:
http://hein.com.br/quer-entender-um-pouco-mais-a-diferenca-entre-nerds-geeks-dweeb-e-idiotas

Linux Koala alça vôo: Ubuntu 9.10 liberado.

Foto: arrayexception (M. Lobo)

Com novidades interessantes, como a "Personal Cloud", foi liberado oficialmente hoje o Ubuntu 9.10 (Karmic Koala).

O engraçado foi meu colega "Linux addicted" que ficou desde as primeiras horas da manhã clicando Refresh no browser só para ver o momento da liberação no site.

Estão disponíveis diversos release mirror e (para pensar nos franceses que querem barrar P2P), sugere-se o uso de bittorrent para o download. 

.'.

Adicionar Hardware Não Compensa Software Lento

Relação de Amor e Ódio
Foto: Jay Murdock

Adicionar Hardware Não Compensa Software Lento
29/10/2009

Por causa da redução do preço do hardware ou limitações de desenvolvimento (tempo, experiência, etc), tornou-se prática comum colocar mais máquinas para compensar o fraco desempenho dos sistemas.

Além de maior consumo de energia e dos impactos ambientais, isto não significa tanta melhoria assim nos resultados.

"Você é programador? Quer fazer algo pelo meio ambiente e mesmo, fazer do mundo um lugar melhor? Então comece a otimizar seu código! - Jeff Atwood."


Simplesmente colocar mais equipamento tem sido a solução preferida ao invés de fazer o software rodar mais rápido com o hardware existente. Fazer mais com menos é uma regra importante a ser lembrada, tanto quanto a Lei de Wirth: "Software fica lento mais rápido do que o hardware acelera."

Como resultado, isto anula os ganhos com a Lei de Moore!!! O hardware fica mais rápido a cada 18 meses, mas o software dobra de tamanho, fica maior, mais lento.

Jeff Atwood sugere alguns passos para começar:
  1. Coloque hardware mais rápido e barato para o problema de performance.
  2. Se o aplicativo atingir sua meta de performance, pare por aí mesmo.
  3. Faça benchmarks para determinar aonde estão os problemas de performance do seu software.
  4. Analise e otimize as áreas que você identificou no passo anterior.
  5. Se agora o aplicativo atingir sua meta de performance, pare por aí mesmo.
  6. Volte ao passo 1.

Outra coisa importante a observar é quais aspectos otimizar, como por exemplo, a interação com o usuário. Um tempo de resposta de até um segundo é até aceitável. A partir de um segundo, isto já chama a atenção do usuário e pode começar a irritar. Se passar de dez segundos (máximo!), o usuário vai perder a linha de raciocínio e passar a fazer outras coisas enquanto espera.

Para grandes volumes de dados também existirão os aspectos de tempo de execução e da quantidade de volumes alocados durante o processamento, que certamente afeta outras tarefas que poderão estar sendo feitas.

Otimização de performance envolve mais testes e menos adivinhação. Quando se pensa numa escala de milhões de operações por segundo, qualquer detalhe pode ser importante. Mas também existem detalhes que tomam tempo e não valem a pena otimizar.

Com certeza, a otimização requer conhecimento efetivo e prática dos recursos e técnicas adotadas.

Pessoal com menos experiência vai ter melhores resultados se trabalhar em grupo e utilizarem intensos benchmarks para analisar cada porção do software.

E claro, isto vale para mim e para todos: Sempre estude. Procure aprender de quem sabe mais que você. Graças a internet, hoje alguns dos melhores programadores do planeta mantém sites, blogs, etc com um amplo conjunto de informações e código fonte que merecem ser cuidadosamente estudados.

Dica: soluções de estruturas de lógica, de "como fazer", podem ser feitas com diferentes linguagens, portanto, amplie seu foco de estudos. Como se diz faz décadas, basicamente "quase tudo são IFs e assinalamentos."

As vezes, descobre-se que seria mais desejável reescrever o software. Isto deve ser considerado quando:
  1. O código for efetivamente ruim ou mau feito;
  2. A solução atual puder ser realmente melhorada;
  3. Houver incompatibilidade na maneira que o código faz o processamento, em relação a algum outro recursos, normalmente externo.

E lembrando, muitas vezes o código é reescrito apenas porque o programador não entendeu o que foi feito. Geralmente falta estudar o código. Portanto, antes de qualquer coisa, estude o código e a solução de lógica adotada, conheça a ferramenta ou linguagem que está usando.

Soluções de automatização de performance, como as existentes nos gerenciadores de banco de dados e, em certas linguagens de programação, podem muitas vezes ser uma armadilha. As pessoas acham que o computador vai resolver sózinho o trabalho de melhorar a execução do código, mas esquecem completamente que isto vai ser feito de acordo com algumas regras padronizadas. Logo, com frequencia os resultados podem ser bem fracos em relação ao esperado.

Algum tempo atrás já comentei algumas coisas em relação a isto, citando casos bem reais, no tópico "Performance, quando a culpa não é do banco de dados".

Vamos continuar abordando este tema em posts futuros.

.'.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

RIP Geocities

Foto: Viche (Victoria Cormie)

Conforme comunicado a vários meses, o Yahoo encerrou as atividades do Geocities, ativo desde 1994.

Nestes 15 anos o Geocities tornou-se um repositório imenso de informações que dificilmente serão encontradas novamente, pois muitos dos sites tinham pouco tráfego, ou seus autores não puderam mais efetuar atualizações. Eu sou um deles.

Tive vários sites no Geocities, inclusive o mais acessado do mundo a respeito do sintetizador Roland JD800, um clássico profissional, e meu hobby semi-profissional. Outros sites eram de programação e coisas diversas.

Para quem precisar de coisas que estavam no Geocities, a sugestão é que se utilize o web.archive.org para buscar a versão em cache dos sites que deixam de estar disponíveis.

Também existem outros sites que mantém cópias de boa parte do material do Geocities.
Alguns principais são:
 .'.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Defeitos dos profissionais de informática?

Computer Control Room
Imagem:
Ryudenki Tori Kamiya


A coisa que mais escuto, é que todo pessoal de informática fala uma língua que ninguém entende.

Todo mundo entende a língua de médicos, engenheiros, bruxas, economistas, cozinheiros, etc...

Mas as PESSOAS NÃO NOS ENTENDEM!!!

Discutimos numa língua esquisita que ninguém sabe.

Não acho que arrogância seja problema, isto tem em toda profissão.

Humildade? Tente conversar com pessoal da Odontologia ou de Comércio Exterior antes de questionar a imensa e profunda humildade de um profissional de informática!!!

Minha muito humilde opinião, é que temos um problema de IDIOMA. Isto mesmo.

Não nos comunicamos com os malucos dos usuários porque ELES não entendem NOSSO IDIOMA.

E olha que além de Inglês e Espanhol fluentes, tenho noções de alemão, francês e italiano.

Fazem anos alguém disse que depois da linguagem de programação, a linguagem mais usadas pelos programadores é a linguagem obscena.

O resto, meus defeitinhos pessoais, são coisinhas insignificantes, como meu perfeccionismo e detalhamento extremo, ler manual no banheiro, rede LAN em casa, licença QUENTE de Cobol, Clipper, Delphi, Visual Basic, Access, etc, gastar um tempão para que um programa seja completamente a prova de operador.

Convenhamos, fazer o programa aceitar clique do mouse fora do campo sem cancelar ou enlouquecer o processo é básico.

Eu confesso! O grande defeito, não é o profissional! É o USUÁRIO.

Colossus, HAL 9000 e outros, serão lembrados como mártires!



.'.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Que horrível! Twitter custa Bilhões!! Mas e o resto?

Imagem: Flavio Conde
Uma empresa de consultoria Reino Unido fez uma pesquisa para descobrir que o Twittter custa bilhões porque é usado em média 40 minutos POR SEMANA nas empresas.

Obviamente isto já resultou em matérias alarmantes, por causa do desastre econômico mundial que deve estar atormentando a mente de muita gente por aí.

Puxa vida, mas que coisa TERRÍVEL!!! 40 minutos por semana! Quarenta!!! São 8 minutos por dia, para quem trabalha de segunda a sexta. São 4 minutos de manhã e mais 4 de tarde!!! Imagina o resultado catastrófico se fizerem uma pesquisa sobre quanto tempo se gasta com o intervalo do lanche ou esperando que algum chefe/coordenador finalmente responda algo que é importante ou arrumando serviço mal feito dos outros. Enfarte na certa. (risos)

Está bem, está bem. Antes que o editor me mate, creio que o correto da pesquisa sejam 40 minutos por dia, o que seria um tempo um pouco mais razoável para se conseguir fazer alguma coisa. São 20 minutos por turno, ou se preferir, parte do horário de almoço.

Distribuidos ao longo do dia, intercalados e/ou em paralelo com outras atividades, e sem afetar o que se está fazendo, ainda não é taaaaaanto tempo assim.

Verdadeira apologia do miserável. Desculpem, mas matérias que li a respeito estão bem escritas por profissionais que respeito. Mas quanto a pauta, este é o tipo de pesquisa tendenciosa de quem só chora e esconde os rendimentos que tem. Se não tem o que falar mal para a imprensa, melhor não passar vergonha. Espero não ter que trabalhar num lugar destes. É o tipo de empresa que só explora os funcionários, suga até a última gota de sangue, dificilmente vai ter algum treinamento ou atualização, e ainda reclama porque os "peões" não se viram em fazer isto do próprio bolso para dar de grátis para o "patrão" (no sentido perjorativo da palavra).

A pesquisa poderia ter informado os Trilhões gastos em papel higienico no banheiro. A empresa é local de trabalho, que usem o banheiro de casa!! (risos).

Antes que algum “espertinho” diga que “local de trabalho é para trabalhar”, recomendo que se atualizem pelo menos uns mil anos. Nem vaca trabalha com a cara enfiada no pasto o tempo todo, sem precisar informação. Está provado que cavalos deixados por si só conduzindo carroças, não provocam acidentes. Coloquem um condutor humano e ele vai dar um jeito de bater até noutra carroça. Quem quer controlar tudo e todos, o tempo todo, deveria ficar sózinho.

A era feudal já passou. Foi um imenso período de trevas e pouco desenvolvimento. Citando a Wikipédia:
"Devido ao caráter expropriador do sistema feudal, o servo não se sentia estimulado a aumentar a produção com inovações tecnológicas, uma vez que tudo que produzia de excedente era tomado pelo senhor. "
Informação faz parte do processo produtivo. Atualização é necessária sim. Nas noutras áreas é preciso também sim senhoras e senhores! Abram os olhos. Não adianta sustentar chefias incompetentes e pagar propaganda para tentar disfarçar insatisfação, má qualidade de serviço desmotivação. Todos tem que se atualizar, ter produtividade e qualidade.

Esqueceram que boa parte de seus clientes, fornecedores e concorrentes usam estas tecnologias? Ainda hoje vejo empresas que bloqueiam até MSN, que é amplamente usado nas melhores empresas para comunicação direta com clientes, fornecedores e colegas.

Esqueceram de dizer que estes 40 minutos semanais poderiam ser gastos, por exemplo, fofocando com o chefe. (Maus) Chefes controladores, inseguros, imaturos ou simplesmente incompetentes, sempre vão achar que internet é brinquedo. Bom senso é necessário!

Twitter é tipo de um MSN, mas com esteróides. Redes sociais online são parte da nossa cultura global, pessoal, empresarial, politico, enfim, todas áreas.

Negar isto, usar as regras das senzalas, representa perda de competitividade, atrasos em relação ao mercado e baixa produtividade.

Faz pouco escrevi duas matérias sobre o assunto, aqui no blog, como participação voluntária, etc. Leia mais em: Empresas amadurecendo para as Redes SociaisComo regrar o acesso dos usuários à Internet na Empresa.

Empresa tem que gerar lucro produzindo, com produtividade e qualidade.


Parece que um dos motivos dos indianos estarem se atualizando tão rápido, é que por lá, as vacas são sagradas.

Só para lembrar: É muito fácil ser uma empresa grande (pode até ser herança do "papi"). Difícil é ser uma grande empresa.

Sem Revolução Francesa para o P2P

Foto Emmanuelle Waeckerle


Já foi comentado sobre o problema de invasão de computadores pessoais sob a desculpa de estarem procurando conteúdo pirateado e até mesmo de censura.

Também é importante destacar novamente, que nem tudo que está sendo copiado por conexões P2P é ilegal, pelo contrário.

Enquanto alguns justificam até a colocação de programas espiões para monitorar transmissões e conteúdo dos computadores, volto a perguntar o mesmo que já disse algum tempo atrás: Quem é que vai estar do outro lado olhando isto tudo? Existirá discrição? Existirá um pingo de ética, raciocínio pacifico e discernimento para deixar de lado crenças políticas, moralistas e religiosas ao avaliar o material que terá em mãos?

É bom lembrar, a França que é famosa por sediar tantos expoentes das artes, das ciências, da cultura em geral, é a mesma em que trabalhadores estão sendo tão pressionados que estão se suicidando as dezenas na companhia telefonica. Outros tantos devem estar fazendo o mesmo.

E gozado, até pode-se juntar mais coisas, quem tiver curiosidade que pesquise um pouco, mas trabalhadores se matando por más condições de trabalho, agora vai sendo imposto o controle das comunicações, está acontecendo na França. É a mesma França em que houve a famosa Queda da Bastilha? Liberdade, Igualdade, Fraternidade?

Muitas destas coisas estão acontecendo noutros países. Não estou defendendo más atitudes, mas acredito que é necessário bom senso e responsabilidade, tanto por parte dos usuários, quanto por parte dos governantes.

Aonde iremos depois?


.'.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A parte mais importante para estratégia de redes sociais

Foto: Jared Pallesen
Durante mais de uma década o principal foco da internet esteve no e-commerce.

Mas redes sociais e networking, não se tratam de comprar e vender, pelo contrário. Trata-se de relacionar-se, estar conectado e estar envolvido. Graças as redes sociais, empresas, organizações não lucrativas e entidades de todo tipo, podem ir em frente e assegurar-se de que o que fazem, é o que as pessoas estão falando e se envolvendo. Pode ser uma pílula difícil de engolir a princípio para quem está acostumado a só pensar em vender pois requer participação e certo interesse social.

Existe muita discussão sobre os mecanismos de participar das redes sociais: blogs, Twitter, Orkut, Facebook, videos no Youtube, etc. Mas existe um aspecto crucial que não tem nada a ver com tecnologia: é o fator humano. Em termos práticos, quem vai fazer isto e quanto tempo vai tomar?

Saindo do conceito de comprar e vender, passa-se a ter pessoas que vão escrever blogs, participar de redes sociais. Alguns poderão fazer isto de forma exclusiva, outros no seu dia a dia, mas atuando para conectar e encontrar envolvimento e interesse de outras pessoas.

Com frequência, o primeiro pensamento é procurar por algum jovem colegial, afinal, todos adolescentes estão nas redes sociais, ok? Mas mesmo que você encontre um jovem talento que seja um mago do Orkut, Twitter, etc, ocorre imediatamente a seguinte pergunta: quão bem ele vai representar sua organização?

Segundo pesquisa da Comscore em 2006 sobre sites de networking, mais de 50% dos visitantes do Myspace e do Facebook estão na faixa acima dos 35 anos. Do total, pelo menos dois terços são adultos acima de 25 anos de idade. Ainda, segundo pesquisas do mesmo site, no Brazil, pelo menos 85% dos internautas acessam redes sociais.

Social networking requer interação com outros indivíduos, blogueiros e organizações. Enfim, não é só com os amigos do colégio, mas com toda a sociedade. Graças a internet, hoje participar de uma rede social, implica diretamente em relacionar-se, literalmente, com pessoas do mundo inteiro. Mesmo que falem o mesmo idioma, as pessoas vivem realidades próprias de cada região, cultura, ambiente econômico e político, etc.

Os melhores candidatos deveriam ter um combinação de diversos fatores:
  • Conhecer e gostar de redes sociais e das mídias que as compôem.
  • Entender de tecnologia (especialmente não-TI). Não precisa ser um “geek” (aficionado por tecnologia em geral), mas deve saber do que está falando.
  • Conhecer sua organização e estar comprometido com sua missão.
  • Escrever com estilo próprio, com habilidade, fluidez e coerência.

Esta pessoa pode ser alguém da equipe ou um voluntário, mas deve ser alguém que já esteja envolvido envolvido com a organização

Mesmos assuntos, pessoas diferentes.
Foto: Clara Nebeling
Lembre, que é necessário pensar para qual audiência você estará focando e qual o interesse que esta poderá ter na organização.

A próxima questão é quanto tempo deve ser alocado para esta tarefa. Ao contrário de trabalhar num website, que normalmente implica em responder consultas e enviar mensagens, fazer social networking é muito mais ativo.

Isto requer envolvimento e participação nos vários debates em assuntos que sejam mais importantes ou ligados a sua organização. Como resultado, isto precisa de muito mais tempo e estar diariamente atento a novidades que surgem a toda hora.

Algumas linhas básicas para iniciar seu planejamento, lembrando que na matéria anterior falei sobre as pessoas estarem ou não realizando esta tarefa com exclusividade.
  • Duas horas por dia (10 horas por semana). Tempo para postar avisos no website da empresa, visitar alguns outros sites e fazer alguns comentários nestes sites.
  • Quatro horas por dia (uma pessoa em meio-periodo). Manter um blog regular, ter voz ativa na internet a respeito dos assuntos chaves da organização.
  • Oito horas por dia (uma pessoa conectada em tempo integral). Agora você vai estar fazendo social networking. Criar e manter tópicos interessantes, gerar oportunidades de interação com pessoas que se interessem pelo que sua organização faz, ser ativista e liderar campanhas em várias áreas, interagir regularmente com outros “blogueiros”, líderes, organizações chave e de mídia.

Pessoas que trabalham em tempo integral, mas que tenham condições de acesso liberados, poderão estar mais participativas e, com foco em assuntos diferentes, ao mesmo tempo que realizam suas tarefas diárias.



Mobile social networking.
Milhões de pessoas se relacionam em todas as áreas, todo tempo.
Foto: Will Lion
As redes sociais podem ser uma grande fonte de recursos para qualquer entidade. Mas isto requer comprometimento estratégico. Se você assumir este compromisso, encontrará novas e excitantes oportunidades para crescer com mais consciência e incrementar significantemente os seus contatos (clientes, fornecedores, admiradores, etc).

Notas
  • Inspirado numa em tradução minha (muito) livre e com vários acréscimos de Michael J. Puican e The social networking bug;
  • Meus comentários são minha opinião e não refletem opiniões e/ou ideais do meu empregador.


Loja num centro comercial de Toronto.
Foto: Kate Raynes-Goldie

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Empresas amadurecendo para as Redes Sociais

Deixe seu umbigo e comece a ver o mundo ao seu redor...
As empresas podem duvidar e não acreditar que existam trens. Mas então, é melhor sairem de cima dos trilhos ou pensar melhor no que é aquela luz no fim do túnel que vem se aproximando velozmente.

A humanidade é composta por duas pessoas: você e os outros. Daí podemos partir para abordagens sociológias, comerciais, espirituais, estatísticas, geográficas, idealistas, etc.

Seja como for, percebemos que nosso umbigo até pode ser um bom conselheiro, ou uma boa propaganda no caso das modelos (risos), mas ainda assim, é da conta de cada um.

Meter o dedo no umbigo dos outros, digo, participar das opiniões e vidas das demais pessoas implica em respeito e sensibilidade.

A vida social começa quando vemos que existe um mundo todo além do nosso próprio umbigo. As pessoas tem seu próprio espaço e, este deve reconhecer que as demais também tem seu espaço, suas opiniões, ideais e paixões.
Quando se fala em rede social, alguns certamente vão pensar num diagrama hierárquico, como se cada pessoa fosse o centro de tudo, o centro de seu mundo:



Mas as pessoas interagem de formas diferentes. E da mesma forma, as relações empresariais também. Adicione uma pitadinha da diversidade de conexões e veremos um recurso que é importante, complexo e abrangente demais para ser tratado como "mera brincadeira".

Quando nos deparamos com exemplos como este abaixo, percebemos rápidamente que é hora de profissionalizar e evoluir. Somos o centro de nós mesmos apenas. Mas interagimos de diversas formas.

As pessoas tendem a pensar que são o ponto central de seus contatos
e esquecem que existem interligações de todo tipo.




Por causa desta interação, as redes sociais podem ser uma fonte principal de tráfego para o website da empresa, ou blog. Da mesma forma, são canal para que as pessoas, clientes e fornecedores, interajam com a empresa e compartilhem informações. Dizer não para estes canais é como dar um tiro no próprio pé..

Exemplo de rede social


Quando se fala em uso de redes sociais nas empresas, é comum que uma das primeiras coisas que venha à mente de certos administradores seja: “Propaganda!”.


Ofertas de negócio não devem ser uma primeira idéia, nem uma ação: deveria ser uma consequência natural de um conjunto de atividades bem feitas. Claro que negócios são necessários, mas é uma abordagem que caracteriza-se como interesseira, torna-se negativa para a empresa. Mesmo que o objetivo seja o famoso “fazemos qualquer negócio”, ainda assim, as pessoas colocarão um rótulo de “chato” em cima e fugirão de você.


A participação em redes sociais é algo que ocorre a todo momento. Dentro ou fora da empresa. Um simples comentário num blog, forum, uma mensagem no Twitter, tendem a ser lidos e multiplicados. Como resultado, podem convencer milhares de pessoas a comprar um produto, a decidir favoravelmente por esta ou aquela idéia, participar de alguma forma e gerar maior movimento de informações que resultarão também em resultados positivos, etc. Mas também, podem ocorrer manifestação negativas. Algo pode irritar clientes, fornecedores, ou o mercado de forma geral e tem-se o efeito contrário.

É preciso ter bem claro que as pessoas conversam sobre todo tipo de assunto. Podem ser voluntários numa atividade, ou peritos noutra que realizam só porque gostam daquilo como hobby. Alguém pergunta o que faz ou aonde trabalha e disto uma outra pessoa pode se interessar e surgir um novo contato de negócio. Isto acontece a toda hora.


Pense em todos os locais e situações em que seus produtos estarão presentes. Pense no círculo social e profissional de seus colaboradores, funcionários, clientes e fornecedores. Inclua as pessoas com quem se relacionam, todos os seus contatos pessoais, nível de influência, credibilidade, membros de grupos e comunidades virtuais. Avance pelo menos mais dois níveis e terá a idéia da sua real abrangência, do perímetro mais próximo em que a comunicação poderá chegar.


Simplesmente restringir ou proibir o acesso às redes sociais na empresa, impede que os funcionários escrevam algo que os clientes não gostem durante o expediente. Mas nada impede que isto seja feito em qualquer horário, fora da empresa. Muitas empresas, por causa de resultados extremos, adotaram políticas praticamente banindo seu pessoal das redes sociais e até, da internet como um todo. Não raro são as mesmas que sequer admitem o telefone pessoal! Evitam-se eventuais problemas com clientes, mas certamente não vai dar os melhores resultados nas redes sociais.


O alcance que as informações podem ter na internet, expande drasticamente a antiga sabedoria popular: “Cliente bem atendido, indica os amigos. Cliente mau atendido, fala para todo mundo”. E lembre, todos são clientes. Isto inclui funcionários, fornecedores, conhecidos, etc. No caso, com as redes, o número de pessoas que pode ter conhecimento da informação é tentador ao pensarmos nas possibilidades.


Marshall McLuhan e a Aldeia Global
Estamos no século XXI (muita gente não sabe ainda), e a sociedade moderna está cada vez mais como a Aldeia Global prevista nos anos 60 pelo sociólogo Marshall McLuhan (1911-1980+), mas sem o barbarismo cruel e tirânico do controle do Grande Irmão do filme 1984 (Geroge Orwell). Claro que a gente sabe que estão olhando tudo que se faz na Net, além do Big Brother, e que tem gente lendo tudo e que não são só as empresas de propaganda que espionam os sites que visitamos. Mas um pouco de discrição e bom senso funcionam bem para todos. Ou pelo menos espera-se que seja assim.

Políticas de Conduta, que barram o acesso costumam ser mais danosas do que os problemas que pensam evitar. Quem tem filhos, as vezes se preocupa que estes cheguem antes das 22h. Mas esquecem que podem fazer coisas ruins as 10h da manhã!

É “o que” e “o como” se ensina que faz a diferença! Veja o artigo: Rede social - Ensinar é Melhor que Castigar.


Ao invés de meramente barrar ou ignorar a existência do mundo virtual, empresas que estejam na internet ou não, precisam de políticas de acesso que reconheçam que permitir aos funcionários e colaboradores o uso das redes sociais, com alguma orientação, pode ser benéfico para a companhia como um todo.


As pessoas devem estar cientes que são responsáveis pelas suas ações online e que devem usar de bom senso ao postar mensagens. As políticas de conduta devem ser claras, explicadas e comunicadas para toda companhia e disponíveis para referência sempre que necessário.

A própria figura do "Ombudsman", que ainda falta em muitas empresas, pode ser revisada. Você contrataria alguém que vai lhe questionar e criticar diretamente visando o crescimento de todos, da empresa, do mercado e dos clientes? Você contrataria Confúcio?

Acompanhar as redes não se trata de apenas monitorar ou fazer clipping.

É preciso também ter pessoas respeitadas participando ativamente e, desta forma, também coletando informações, observando, moderando situações. Percebe-se rapidamente quem são as pessoas e suas habilidades. Serviços como o Twitter comprovam isto.

Empresas como a IBM, assim como outras que são realmente atuantes nas suas atividades, sempre mantiveram pesquisadores das mais diversas áreas participando ativamente na sociedade, com palestras, livros e matérias nos mais diversos canais de comunicação. Muito mais do que fazer propaganda, ou projetar novos produtos, estas pessoas ajudam a vizualizar e sugerir as mudanças e tendências em todas áreas imagináveis. E também, ao serem automaticamente ligadas com a empresa, podem ser identificadas com esta. Veja artigo: Contrate um Buda.

Com as redes sociais, estes profissionais continuam com sua atividade de evangelistas da tecnologia e sociedade e, como formadores de opinião. Mas também, e isto é importante, adicionou-se a participação de milhares de outras pessoas que interagem também com estes profissionais, aumentando exponencialmente a divulgação de tecnologias, conceitos, opiniões.

Só para pensar, sobre as empresas terem profissionais mais dedicados a pesquisa, é bom lembrar que é comum que se patrocinem equipes de futebol, mas reluta-se em ter pessoas que, mesmo trazendo resultados positivos diretos para a empresa, participem da sociedade com seus esforços. Isto inclui tanto os pesquisadores, quanto por exemplo, quem trabalha com software livre. Vale o mesmo para quem trabalha com artes ou com outros esportes, como atletismo, montanhismo, etc. Nem estou perguntando aonde estão os mecenas, pois até o patrocínio puro e simples, é uma forma de divulgação da empresa e de cativar seu mercado.

Fazendo um parenteses, é de pensar que tantas empresas queiram se beneficiar, mas proíbam ou impedem que seu pessoal colabore com aquela parcela de contribuição de trabalho, que somada, vai resultar em ferramentas que todos possam usar. É o famoso "...queremos de grátis mas o nosso é só nosso." Isto também vale para as redes sociais, pois também englobam foruns de debate técnico, onde profissionais trocam opiniões sobre suas atividades, buscam auxílio para solução de problemas, etc.

Hoje em dia, graças as redes sociais, é mais fácil mantermos contato, até direto, com grandes expoentes profissionais, tanto quanto com enormes grupos de todas as áreas. A comunicação não é só numa direção. As pessoas são respeitadas pelo conjunto das suas manifestações e não porque ostentam diplomas na parede.

E claro, apesar dos canais estarem mais abertos, ainda vai depender da índole de cada pessoa, e também do estímulo das empresas, de usar desta possibilidade tanto de aprender, quanto ensinar, comentar, divulgar. Nem todos tem aquele interesse por estudos, assim como, é comum (em todas profissões), a pessoa fazer um curso qualquer e ficar o resto da vida fazendo sómente aquela mesma coisa. É a cópia da cópia desde o início.

"Plantar" pessoas nas redes com a intenção de ter controle da situação também pode ser desastroso. Pessoas que estão ali unicamente para satisfazer intenções comerciais são rapidamente identificadas como "vendedores", ou meros "garotos de recado", sem opinião própria. É comum que estas pessoas apareçam em debates públicos defendendo "apaixonadamente" empresas que cometeram erros absurdos, ou situações constrangedoras que agridem o senso comum. Na ampla maioria das vezes, são imediatamente identificados e isolados, perdendo a credibilidade. E com isto, a empresa como um todo também perde pois associa-se o ocorrido mais com a empresa do que com a pessoa. Este é o tipo de coisa problema que muitas empresas tentam evitar, isto é, que se descubra que a propaganda na verdade é outra coisa.

As pessoas são inteligentes. As pessoas pensam. As pessoas se comunicam. E o mundo na era da comunicação, é cada vez mais pequeno. As distâncias diminuem. Lembre disto.


Ao planejar sua política de conduta nas redes sociais, é preciso pensar em melhorar a integração da empresa, a sociedade e as próprias redes e mídias sociais. O exemplo abaixo é sobre motivações para uma ação de caridade, mas me pareceu bem parecido com as motivações que as pessoas tem para fazer qualquer coisa:

Clay Shirky e a motivação humana

As empresas são organismos sociais, compostas de pessoas e pela aproximação destas com o mundo exterior podemos ter maior participação no mercado, atrair visitantes para o website da empresa, ou difundir informações de produtos, apresentar idéias, conceitos, divulgar informações, tendências. E claro, identificar a empresa com o mercado e a sociedade, etc. É preciso deixar velhos paradigmas e mergulhar em novas idéias e conceitos.

Uma das formas de se criar isto, é de forma colaborativa. Em Setembro/2009 publiquei algo a respeito e que pode dar algumas idéias: “Como regrar o acesso dos usuários à Internet na Empresa”


O método colaborativo, que é usado pela IBM, geralmente terá engajamento e comprometimento melhores do que simplesmente alguém escrever normas e empurrar goela abaixo de todo mundo.


Mais adiante comentarei um pouco sobre algumas empresas.


Só para deixar claro, quando falo em redes sociais, estou tratando do conjunto de possibilidades de comunicação. Isto inclui de tudo, Orkut, Myspace, Facebook, Twitter, MSN, e-mail particular, blogs, fóruns, sites especializados, etc. Lembre que em sites como Orkut, as pessoas formam “comunidades”, seja de assuntos gerais, seja de assuntos técnicos ou comerciais. Ao redor destas, estão as comunicações entre os seus membros e em todos os níveis, o acesso a outros sites que poderão ser o alvo dos assuntos em debate, ou servir de referência para informações necessárias ao que se está abordando.


Teremos oportunidades de captar visitantes, divulgar conceitos formar opinião, obter feedback de eventos, etc. Encorajar os funcionários a participarem de redes sociais, é uma forma de fazer isto, enquanto que dizer para não acessarem de todo, não faz muito sentido. Praticamente toda empresa está ou usa a net de alguma maneira. Fechar-se ou ficar de fora, é como ir a um baile e ficar lá fora escondido num canto da calçada e depois reclamar porque não arrumou nada...


Para trazer tráfego de visitantes para seu site, faz sentido encorajar o acesso às redes, mas com alguma orientação. Pequenos treinamentos podem assegurar que os funcionários vão ajudar no trabalho de promoção de seu website e da própria empresa.
Social media landscape.
Apresente exemplos do que fazer e o que evitar. Pode-se ter alguns modelos que facilitam o entendimento de como aparecer nas redes. Mostrar exemplos de como as coisas podem sair errado demonstra que realmente existem consequências do que fazem online.


Discuta suas políticas e expectativas. Especialmente se voce estiver encorajando funcionários a usarem as redes sociais no trabalho. E também como pretende manter um olho no que seus funcionários estão fazendo (política de segurança, etc). E lembre: políticas de segurança intrusivas (indiscretas ou abusivas) refletem diretamente na expontaneidade necessária nas redes sociais.

Fatores negativos replicarão e gerarão uma cadeia de eventos negativa. Fatores positivos replicarão e gerarão uma cadeia de eventos positiva.




Encorage o bom senso comum. A maioria das pessoas sabe distinguir tranquilamente o que se pode ou não fazer. Um lembrete de que tanto o chefe, quanto a mãe, esposa ou filhos deles poderão ler o que for postado, é suficiente para responder várias questões sobre limites.

Treino e orientação são fatores que compensarão certamente o tempo gasto pelos funcionários nas redes sociais.




Pensando muito mais longe

IBM Almaden Research Center


A “IBM Social Computing Guidelines” é um bom exemplo. No subtítulo, estão Blogs, wikis, redes sociais, virtual worlds e mídias sociais. Parece interessante?


As guias de conduta da IBM, foram um trabalho coletivo, usando uma wiki (ferramenta de colaboração), criando um conjunto de regras de comum acordo, que protege a empresa, os colaboradores, os ideais e projetos, etc.


A IBM é uma das empresas que trabalham muito à frente do mercado. Os colaboradores são estimulados a, caso se identificarem como membros da IBM, deixar claro que não representam a empresa quando tratar-se de opiniões e assuntos pessoais. Com isto, a empresa dá a liberdade e também a responsabilidade de ação, necessárias ao bom senso e boa elaboração de conteúdos.

Nos milhares de blogs de funcionários da IBM, vemos de tudo: assuntos técnicos variados, pesquisas nas mais diversas áreas possíveis, informações sobre hobbies pessoais, etc. Lembre, é uma empresa que está presente em quase todas as áreas de atividade humana.

Mais do que divulgar produtos, vemos debates sobre questões importantes. Análise de produtos, questões técnicas. Ótimos artigos sobre tendências atuais e futuras. Materiais de estudo em diversos níveis, treinamento, opiniões pessoais, etc.

Existe uma participação social muito grande, e também uma troca de informações com clientes e fornecedores enorme. O resultado, com certeza é altamente benéfico para a empresa e seus clientes.



Sun – Uma rua de duas mãos


No texto “Guidelines on Public Disclosure”, a Sun logo de início deixa claro:


“Ao falar diretamente para o mundo, sem aprovação prévia da gerência, estamos aceitando altos riscos, no interesse de recompensas maiores. Nós não queremos micro-gerenciar, mas aqui estão algumas orientações que esperamos que você siga, e que ajudam a evitar riscos...



Alguns outros






Citações


A primeira parte desta artigo tem pequenos trechos livremente adaptados da matéria escrita por Thursday Bram: “Social media policies – More than a ban”



E de última hora

A Revista Exame publicou uma matéria interessante a respeito de "O Poder das Redes Sociais". Além de falar da abrangência de comentários na web, tem uma coisa interessantíssima que é a participação voluntária de pessoas que gostam de determinados produtos e atuam ativamente no mercado, mesmo sem ter qualquer vínculo com a empresa.

Dando um exemplo pessoal, como músico amador semi-profissional, montei um site a respeito de um clássico super-teclado profissional. O site JD800Center é dedicado ao sintetizador Roland JD-800, e que se tornou, apesar de simples, (mas só até o fechamento do Geocities neste mês), no site mais completo sobre o produto, no mundo. Tornei-me moderador nas três maiores comunidades de instrumentistas dos Brasil, sem contar outras comunidades e foruns de programação, áreas humanas e técnicas em que também fui moderador ou ativo comentarista.

Além de música, os assuntos abrangem TI, hardware, software, politicas governamentais, indústria e mercado (nas mais diversas áreas), situações sociais, etc. A maioria das pessoas com quem converso, nas comunidades, são profissionais liberais, engenheiros, advogados, médicos, colegas de profissão, executivos de todas áreas e conhecidos músicos profissionais de bandas de renome, que por sua vez, abrangem todo um público conforme sua área. São mais de 20.000 associados só nos grupos principais. E cada comentário é repassado de forma exponencial para outros foruns de debates.

Toda semana ocorrem assuntos que não se relacionam diretamente a música, como por exemplo, questões da sociedade, dicas para encontrar produtos de consumo em geral, divulgar problemas ou para elogiar situações positivas com fornecedores, mercado, fazer humor, trocar opiniões e até conselhos pessoais. As pessoas conversam entre si, lembre, sobre tudo. Como resultado vemos bons negócios, que envolvem equipamentos de alto valor, ocorrendo de forma natural.

Bem já que falei de música, só para constar, meu estilo preferido é o rock progressivo instrumental e tenho algumas músicas de exemplo no endereço www.myspace.com/gilbertostrapazon. Mais coisas no Google. Quem sabe alguém precisa de trilhas sonoras para filmes e documentários? Risos....



Nota
Meus comentários são minha opinião e não refletem opiniões e/ou ideais do meu empregador.

.'.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Prestação de Serviço

Gerar novas sementes, criar novos sistemas.
Foto: Altus




Como trabalhar sempre é bom, aproveito para fazer um pouco de "shameless self-promotion" (auto-promoção).


Na área de informática:

Desenvolvo sistemas sob encomenda, soluciono coisas complicadas, otimização de performance, tratamento de grandes volumes de dados, migrações, recuperação de dados, etc.

Trabalhos que precisem de um elevado grau de detalhamento e complexidade, qualidade, técnicas de inteligência artificial, interação em alto nível com usuário (sistemas easy to use), performance elevada, atender necessidades especificas ou que não tenham similares, etc.

Alguns sistemas que trabalhei são PCP de Vestuário (chão de fábrica), Advocacia Tributária, aplicativos Ms-Access com programação VBA avançada, SPC, Patrimônio, ERP, Administração, etc.

Meu portfólio de ferramentas é bem abrangente. Não sou casado com nenhuma tecnologia, o que me permite escolher o que achar mais adequado para cada situação. Tenho ampla vivência com Ms-Access, VBA, PHP, JSP, Java, Ruby, Python, Clipper, Cobol, Accell, etc, etc


Na área humana:

Os vários artigos do blog apresentam meus trabalhos em várias áreas como ocultista, e estes ensinamentos fazem parte do processo da vida humana, seja pessoal, seja profissional.

Uma empresa é um organismo vivo e interage com  todos seus membros, portanto podemos ter diferentes abordagens que nos forneçam diferentes visões para pesquisar e buscar melhores níveis.


Busco a evolução como caminho lógico para todos os seres que desejem encontrar e buscar seu caminho.

.'.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Imagens são mais que 1000 palavras

Foto: Fabio Teles

Acho que atrás de uma imagem estão idéias, pensamentos, sensações.

Além de procurar imagens que relacionem-se de alguma forma com os assuntos abordados nos artigos que escrevo no blog, procuro conteúdo que se relacione de alguma forma.

Prestar créditos aos autores e colocar o link para a fonte original, é mais do que simplesmente resguardar e valorizar quem fez. É também mostrar outras fontes, visões diferentes, abrir muitas janelas e portas.

Quando vocês seguirem o link para o local aonde a mesma foi encontrada, ou o site do autor, poderão estar outras imagens, assuntos, enfim, coisas para que a pessoa que tem interesse em buscar e aprender coisas novas, possa ampliar um pouco mais seus horizontes.


Tem a ver com o que faço nas consultas de tarot, runas, numerologia, magia, o que for. Meu trabalho, seja escrevendo sobre as energias, seja comentando e aconselhando, é buscar mostrar caminhos, talvez apontar direções que já estão no mapa da própria vida de cada um. Cada pessoa tem sua caminhada, e são tantas as possibilidades.

Esta é uma das coisas que procuro estimular ao acessar a internet.

Visitem sites de outros países, usem os tradutores para visitar material que está em línguas diferentes.

Assim como eu não vejo o menor problema e passar algo para pessoas que estão em qualquer lugar do mundo, também acho que o mundo pode lhes mostrar algo novo e diferente.

O mundo é maravilho, existem tantas coisas por descobrir, tantos pontos de vista e idéias que irão expandir seus horizontes e até, trazer a inspiração para seus próximos passos.


Boas viagens!

.'.
 Leia outros artigos relacionados clicando nas tags:

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Humor: Mulher paqando a conta do motel? Depende...

Pink girl
Arte:
Thai My Phuong - Vietnam


Mulher paqando a conta do motel?


Essa foi por causa de um debate sobre diferenças e igualdades em 11/24/2004.



Bem, isto depende muito da situação:
Se for uma feminista, ela vai pedir nota fiscal e colocar no mural para que todo mundo saiba que ela é independente e não depende de *¨%*#& de homem nenhum. É até capaz que tenha ido sózinha só para provar seu ponto de vista.
Se for uma "bad girl", vai dar um jeito de embebedar seu(s) acompanhante(s) a tal ponto que eles nem vão lembrar que foi ela quem arrastou todos até lá, matou-os no cansaço e deixou-os na porta de casa.
Se for uma patricinha, ela vai achar ultra-moderno e sentir-se madura e independente por conseguir usar sózinha o cartão de crédito do papi.
Se for uma profissional liberal, ela vai considerar antes mesmo de ir até o motel sobre quem vai pagar a conta, enquanto delibera sobre que outros serviços seu companheiro poderá prestar em contrapartida.
Se for uma moça de família, vai pagar em dinheiro e fazer o namorado jurar que não vai deixar o pai dela descobrir que foi ela quem pagou.
Se for uma militante de esquerda, ela vai considerar isto com tanta naturalidade quanto fazer número 2 sem fechar a porta do banheiro para demonstrar que igualdade e aceitação mútua devem ser em todos aspectos.
Se for uma militante de direita, ela vai descontar a conta do motel da sua verba de representação.
Se for uma profissional do sexo, ela já terá o valor embutido no orçamento.
Se for uma religiosa, ela considerará isto uma forma de amor ao próximo.
Se for uma filósofa, ela vai considerar que todos somos semelhantes em forma, mas em conteúdos diferimos desde meta-princípios maniqueístas até o discernimento das percepções diferenciadas que todos seres imanados reflexionam ao constatarem que...

.'.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Milhares de senhas do Hotmail e outros tem suas senhas expostas

Foto: Nicole Hennig

Alguém colocou num site de compartilhamento de códigos fonte (que aparentemente não tem nada a ver com a estória), arquivos com mais de 10.000 senhas do Hotmail, das letras iniciais A e B. Isto indica que existem mais arquivos com todas as letras.

Aparentemente, além do Hotmail, estão comprometidas contas do Yahoo e Gmail.
Algumas das extensões são: @live, @hotmail @live.uk, @msn, @gmail, @yahoo.

As senhas do serviço Gmail do Google também permitem acesso ao Yotube, Blogger, Google Docs, Google Talk, Orkut e outros, pois o Google usa uma única ID para todos.

Usuários do Msn, Hotmail, LiveId, também usam uma mesma senha para diversos serviços, incluindo os sites de desenvolvedores da Microsoft.

Já no Yahoo, além do e-mail, existem os Groups, Flickr, etc.

Enfim, estas senhas podem ser utilizadas em diversas áreas diferentes.

A causa mais provável, é que os próprios usuários tenham fornecido seus dados em sites que oferecem serviços alternativos ao Msn, ou "complementos", como aqueles famosos sites com mensagens "bonitinhas" para o Orkut e outros. Também podem ter sido vítimas de sites falsos, ao clicar em links que apontavam para falsas telas de login que imitam as da Microsoft.


Sempre é bom lembrar que qualquer site que lhe peça sua senha é suspeito, pois você não tem como averiguar qual a real finalidade da mesma.

A recomendação para todos é a troca de senhas imediatamente. E claro, efetuar isto regularmente.

.'.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Valor de ferramentas, terceirizações, produtividade, etc

"The minimum amount of knowledge required for the task to be carried out with an acceptable degree of success."
Foto Edward Bilodeau

Valor de ferramentas, terceirizações, produtividade, etc
05/10/2009

Revisando alguns posts, estava observando este, de 2003, em que debatiamos alternativas para continuidade de sistemas desenvolvidos em Clipper.

O resultado, foi que comentamos sobre qualidade de serviço, terceirizações, além é claro, sobre o valor das coisas.

Segue-se mais um post, que colocarei aqui mais tarde, para deixar claro que não estou dizendo que grátis é ruim, muito pelo contrário.

O que estou dizendo, é que tudo tem valor e devemos cuidar de como encaramos isto.


Esta mensagem foi postada no excelente fórum Clipper-Br do Yahoo Groups, dedicado a linguagem Clipper e linguagens do padrão xBase.


Data: Qui Jun 5, 2003 2:33 pm
Assunto: Re: X-HABOUR p/Gilberto

Carlos. escreveu:

porém vc não consegue desenvolver nenhum tipo de trabalho de alta
qualidade sem que ele receba críticas.

Pura verdade.

Sandro escreveu

objetos do xBase++. Inconvenientes do xBase++: é pago, caro e ....
.......

Ôôôpa!!!

Seguem meus comentários:


O fato de ser PAGO é justamente um critério que permite que as pessoas que estão trabalhando recebam pelo seu serviço e possam no mínimo sobreviver. ISTO É UMA QUESTÃO ÉTICA, que é justamente assegurar as pessoas que recebam uma justa renumeração pelo seu trabalho. Posições públicas de que este ou aquele software é ruim porque é "pago" induzem mais ainda, aos MAUS empresários, aos que tem visão "limitada" e aos espertalhões em geral, de que podem exigir que os outros trabalhem de graça ou por valores abusivamente baixos.

Caso você não saiba, hoje em dia muitas empresas oferecem serviço "temporário", sem nenhum vínculo legal, nem estabilidade, nem horas extras, pelo mesmo que se paga para, por exemplo, um cobrador de ônibus, que é também uma profissão digna como todas as outras.

Isto é muito ruim, pois as empresas PERDEM muito mais do que pensam ridiculamente estar economizando, pois trabalhadores temporários não geram algo importante que é conhecido por "CULTURA EMPRESARIAL".

O know-how vai embora todos os meses pelo ralo da economia mal feita.

Se você tirar o açúcar, o café fica uma droga né? Além disto, algums empresas além de fazer a nociva "economia de cafezinho", fazem pior, fazem "economia de água".

Alguns resultados disto:
  1. o conhecimento é perdido e tende a surgir uma desorganização constante. Mesmo pequenos padrões são difíceis de manter e perdem-se a cada mínima mudança na equipe.
  2. na sua maioria, os profissionais não vão fazer tudo que sabem ou poderiam;
  3. não se desenvolvem realmente muitas técnicas novas;
  4. não vai existir empenho nem motivação em alguém que sabe que vai ser descartado;
  5. é uma prática predatória, portanto, fatalmente vai extinguir sua fonte.

Ferramentas pagas, ajudam a lembrar aos seus usuários, que os técnicos também são pagos. E também que a formação técnica, como treinamento, atualização e disponibilidade de recursos para aprendizado é responsabilidade das empresas e não apenas dos funcionários. Ou por acaso alguém é maluco para comprar por conta própria uma instalação completa de algum DB só para aprender como funciona e depois dar "de grátis" para empresas que não valorizam o trabalham e pagam mal?

Grandes empresas migram para Linux e outras ferramentas, porque é "de grátis". Depois seus diretores compram um terno Giorgi Armani novinho, fazem declarações modernistas lindas de morrer (de rir) na revista Info, Exame, ComputerWorld, etc enquanto reduzem o salário e despedem programadores e analistas achando que eles também devem trabalhar de graça.

Minha posição sobre software "de grátis" é amplamente pública: 
Se não tiver alguma renumeração DIGNA para quem faz e quem mantém SOU CONTRA. 
 
Isto inclui xHarbour, Linux e tudo o mais. Tudo bem que existam alguns laboratórios com "alguma" verba governamental, mas daí a não terem uma responsabilidade de gerar resultados reais, ou seja, gerar seus próprio sustento, acho muito preocupante.

Sabem por que nos países desenvolvidos Empresários (com "E" maiúsculo) investem pesado em projetos e pagam bem suas equipes?

Simplesmente porque vivem do que fazem e seus projetos visam lucro e desenvolvimento de empresas.

Quem é que vai fazer algo assim se a empresa que trabalha não precisar gerar lucro nenhum? Se o café da manhã sempre for servido na cama, a pessoa nem se levanta mais e suas pernas atrofiam.

E não, note bem, não tenho dinheiro para pagar por todas licenças de software que gostaria de ter, por isto:
  1. uso só as que posso.
  2. uso as que estão compartilhadas no mercado e que servem também como promoção de seus autores. Está de uso corrente uma versão limitada que é free e outra que é paga, o que ajuda a manter o negócio andando.
  3. sempre presto créditos a tudo que uso. É o mínimo que posso fazerpara retribuir.
  4. considero que parte de meu trabalho assalariado é ajudar a manter estas ferramentas. Ou seja, a empresa me paga para prestar colaboração no mercado.

Foto: PaDumBumPsh

Uma coisa é termos ferramentas elaboradas com a participação de milhares de pessoas, em regime de colaboração e assistência mútua, levando ao crescimento coletivo.

Agora, outra coisa totalmente diferente é alguém dedicar-se em tempo integral para algo que é entregue sem qualquer renumeração. Vai viver de que? Papai e mamãe vão sustentar toda vida? Empreguinho que titio e padrinho querido arrumaram passando por cima de todo mundo?

Veja, nem todo mundo tem a possibilidade de estar, por exemplo, literalmente "mamando" numa empresa estatal para sair por ai fazendo propaganda do software livre, quando tem seus salários gordinhos assegurados por conta de impostos cobrados das empresas (coitadas) que tem de vender e (conseguir) receber pelos seus trabalhos. Além do que, estando assegurados pelo concurso público, alguns não se importam em tratar realmente mal os coitados dos clientes que eventualmente a empresa tenha. Qualquer problema, o governo paga a conta (ou seja os impostos cobrados...)
Claro que boa parte do pessoal do funcionalismo público é boa gente, mas não sou cretino para negar que o lixo continua todinho lá, atrapalhando quem tenta trabalhar direito.

Por favor, sugiro que repense nestas palavras, pois eu realmente não posso trabalhar de graça para ninguém. Cada vez que faço isto, a energia elétrica é cortada, falta comida na minha geladeira, eu não posso comprar sequer um sapato.

Eu adoro ensinar as coisas que sei, colaborar com os demais e me entusiasmo ao desenvolver coisas novas e sofisticadas, mas de graça, eu só mostro uma fração do que sei e posso fazer. Colaboro aonde posso, mas tenho sempre a visão de que este é meu trabalho, minha fonte de sustento, portanto, preciso fazer  propaganda e mostrar um pouco do que faço para os demais.

Quanto a ser caro, tem preço para tudo. Já comentei uma frase que vi na correspondência de uma grande empresa estrangeira que explicava que:
 "a BMW não baixa o preço se você só tem dinheiro para comprar um Chevette."


Nota:
Meus comentários são minha opinião e não refletem opiniões e/ou ideais do meu empregador.



.'.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...